Construção Civil

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Segurança em tratores

13/11/2020 | Herbert Bento

Quando pensamos em segurança na operação de tratores, vem na nossa mente a NR-31 porque essas máquinas tem amplo uso no meio rural.

Mas não podemos nos esquecer da NR-12, pois os tratores se enquadram como máquinas autopropelidas.

Tanto que a NR 12 dedica um anexo inteiro para essas máquinas:

“Anexo XI – MÁQUINAS E IMPLEMENTOS PARA USO AGRÍCOLA E FLORESTAL”

ACIDENTES TRATORES

Lembro que este anexo é do tipo 2 segundo a portaria 787, ou seja:

“II. Anexo Tipo 2, considerando o seu campo de aplicação, sobrepõe-se à parte geral de NR.”

Então, qualquer conflito entre o anexo e a parte geral da norma, vai prevalecer o que está escrito no anexo.

São cerca de 15 páginas onde os requisitos de segurança são especificados.

Exemplos:

“5. As máquinas cujo acionamento por pessoas não autorizadas possam oferecer risco à saúde ou integridade física de qualquer pessoa devem possuir sistema ou, no caso de máquinas autopropelidas, chave de ignição, para o bloqueio de seus dispositivos de acionamento.”

“6.7 O eixo cardã deve possuir proteção adequada, em perfeito estado de conservação em toda a sua extensão, fixada na tomada de força da máquina desde a cruzeta até o acoplamento do implemento ou equipamento.”

“9. As máquinas autopropelidas devem possuir Estrutura de Proteção na Capotagem – EPC e cinto de segurança, …”

Os requisitos de segurança destas máquinas visam evitar os acidentes que podem ocorrer.

Como os que foram ilustrados na imagem que acompanha esse post.

Vale a pena dar uma olhada também no glossário da NR-12, que traz a definição e desenhos de tipos de tratores e seus implementos.

Gostou deste Conteúdo SST?

Quer mais conteúdo para profissionais SST?

Então confira os links abaixo:

Isenção de PGRTR, Existe isso?

Declaração de inexistência de riscos

Documentos de segurança do trabalho obrigatórios

Andaimes: 7 dicas de segurança

22/09/2020 | Herbert Bento

Andaimes são estruturas muito comuns na indústria da construção.

Infelizmente, ainda recebemos relatos de sérios acidentes envolvendo andaimes.

Muitas vezes porque os requisitos mínimos de segurança não são seguidos.

Não é a toa que a NR 18 dedica o item 18.12 inteiramente a essas estruturas.

Nos baseamos no texto que vale a partir de fevereiro de 2021.

O profissional da SST que atua na indústria da construção deve conhecer bem os requisitos mínimos de segurança.

Só assim ele pode exigir que, durante a obra, os andaimes sejam usados corretamente sem expor os trabalhadores a riscos desnecessários.

Vejamos 7 dicas de segurança em andaimes

( segundo a NR 18)

1) é proibido o deslocamento das estruturas do andaime com trabalhadores sobre os mesmos;

2) o fornecedor do andaime deve ser uma empresa regularmente inscrita no conselho de classe;

3) devem ser acompanhados de manuais de instrução, em língua portuguesa, fornecidos pelo fabricante, importador ou locador;

4) a montagem, uso e desmontagem deve ser realizada por trabalhadores capacitados que receberam treinamento específico para o tipo de andaime usado e sempre com o uso de SPIQ (Sistema de Proteção Individual contra Quedas);

5) no caso de andaimes suspensos, os sistemas de fixação e sustentação e as estruturas de apoio devem suportar, pelo menos, 3 vezes os esforços solicitantes e ser precedidos de projeto elaborado por profissional legalmente habilitado;

6) Os andaimes suspensos, quando elétricos ou motorizados, devem seguir protocolos específicos de segurança, conforme manual do fabricante;

7) Os andaimes suspensos devem dispor de ponto de ancoragem do SPIQ independente do ponto de ancoragem do andaime.

Essas são apenas 7 requisitos de segurança dentro os tantos detalhados na NR 18. 

Para informações completas sobre segurança em andaimes, consulte a NR 18. Atenção, o novo texto entra em vigor em fevereiro de 2021.

Até o próximo DDS ONLINE!

Herbert Bento

Leia também:

Trabalho na construção civil é coisa séria

Imagem bônus

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andaimes: 7 dicas de segurança (DDS)Andaimes: 7 dicas de segurança

BETONEIRA

11/08/2020 | Herbert Bento

No DDS Online de hoje vamos falar sobre uma máquina muito usada na construção civil, a betoneira. Vamos ver para que serve esse equipamento, quais os riscos existentes e como fazer para que o trabalhador esteja protegido.

O que é uma betoneira?

Também conhecida como misturador de concreto, é o equipamento utilizado para mistura de materiais como pedra, areia, cimento e água, na proporção adequada para a produção de concreto. Em geral, o teor da mistura é especificado pelo arquiteto, engenheiro civil ou do mestre de obras responsável.

Quando a obra é pequena dá para fazer o concreto manualmente, mas , em obras maiores, é comum vermos o uso de betoneiras, desde modelos pequenos de 100 litros, ou até mesmo através do uso dos caminhões betoneira.

O uso da betoneira, se comparado a mistura manual, diminui a chance de contato do cimento com a pele, inspirações de poeiras e dores devido a má postura.

Entretanto, embora a máquina elimine alguns riscos, ela cria outros.

Para operar a betoneira com segurança vamos usar medidas de proteção coletivas, medidas administrativas e medidas de proteção individuais.

Segurança com betoneira

Uma betoneira para ser adequada a NR 12 precisa possuir o sistema de proteção coroa-pinhão, em outras palavras, as engrenagens e roldanas , não devem estar expostas. E também devemos proteger o motor que deverá estar enclausurado.

A máquina também deve dispor de aterramento elétrico em perfeito estado e trava de segurança. O aterramento elétrico serve para prevenir fugas de energia e proteger os usuários de choques elétricos.

Os EPI recomendados são: 

  • Protetor de ouvido;
  • Óculos de segurança;
  • Máscara específica para poeiras;
  • Luva e Calçado de segurança.

Em termos de medidas administrativas podemos citar os procedimentos operacionais, treinamentos e ordens de serviço.

E por falar em treinamentos, o que você precisa colocar no Power Point para…

Treinamento de operador de betoneira

Vou responder a essa pergunta mostrando um vídeo que contém um exemplo de Power Point para treinar o operador de betoneira.

Todo treinamento de máquina deve ser adaptado para a realidade do trabalho, então, use como base o manual de instruções que betoneira que está sendo usada no canteiro.

É essencial destacar as medidas de prevenção necessárias para a operação segura do equipamento, e também os EPI exigidos.

Esse power point mostrado no vídeo tem 49 slides e inclui diversas outras informações como responsabilidade do operador, diversos vídeos para tornar o treinamento mais dinâmico, recomendações de inspeção e limpeza e muito mais.

E se deseja ter acesso a esse Power Point, saiba que ele é parte integrante do Pendrive Especialista NR 18 Construção Civil

Espero que tenha gostado desse DDS sobre betoneira.

Vídeos sobre NR 18

05/08/2020 | Herbert Bento

Quem acompanha o canal da Escola da Prevenção no Youtube sabe que temos várias séries de vídeos, como NR 01, NR 12, Tira Dúvidas, Minuto SST, etc. E hoje, dia 05/08/2020 iniciamos uma nova série de vídeos sobre NR 18.

Então, se ainda não é inscrito no canal, clique aqui e inscreva-se gratuitamente agora.

Nessa série nós vamos conversar sobre temas relacionados a segurança do trabalho na construção civil que é uma área muito importante para o profissional da SST, por dois motivos:

  • primeiro porque é uma área que tem muitas oportunidades para o profissional da área, seja como consultor ou seja como fichado CLT
  • segundo porque é uma área, infelizmente, marcada por muitos acidentes e adoecimentos.

O setor da construção civil envolve muitas atividades diferentes, que tem como objetivo final a transformação do ambiente natural para poder melhorar a qualidade de vida do ser humano. 

Diferente de outros setores da economia, a construção civil tem muitas particularidades que nós precisamos prestar atenção, por exemplo: 

  • alta rotatividade, ou seja, muitos empregados entram ou saem do emprego durante a execução da obra
  • baixa capacitação da mão de obra, muitas vezes até empregadores com dificuldade de leitura 
  • uso extensivo de mão de obra terceirizada o que nós sabemos que é um desafio para a área de SST
  • métodos de trabalho antigos, onde muitas vezes não se pensava na segurança do trabalhador
  • mudança das características do ambiente de trabalho de acordo com cada fase da obra, trazendo novos riscos a cada momento

Somando tudo isso, podemos perceber que muitas vezes as soluções propostas para melhorar a segurança do trabalho são diferentes daquelas usadas em outros setores da economia.

Considerando tanto as oportunidades quanto os desafios da área da construção civil é que criamos essa nova série de vídeos sobre a NR 18.

Vamos falar de conceitos de segurança do trabalho na construção civil, documentação essencial, treinamentos, etc, tudo que o profissional da SST precisa saber.

Vamos também manter uma cobertura sobre as mudanças nas Normas Regulamentadoras.

E por falar em mudanças nas NRs…

Sabia que em fevereiro de 2021 passa a valer um novo texto da NR18?

Vamos tratar desse tema também no canal!

Para acompanhar todos os vídeos que vão rolar nessa série, recomendo duas coisas:

  • a primeira é se inscrever no canal , assim você será comunicado sempre que novos videos forem adicionados
  • a segunda coisa é entrar no Grupo Silenciado Conteúdo SST

Como o grupo é silenciado, apenas eu posto puro “conteúdo SST”, não tem perturbação. Costumo fazer de 3 a 5 postagens por semana nesse grupo.

Então toda vez que novos vídeos forem postados no canal, se você estiver no grupo silenciado, e também for inscrito aqui no canal, é garantido que vai ser avisado.

VÍDEOS SOBRE NR 18

Gostou desse post “vídeos sobre NR 18”?

Veja também esse post aqui no site da Escola da Prevenção sobre 5W2H.

Segurança na construção civil, como proceder?

03/06/2020 | Herbert Bento

A construção civil é um dos ramos mais antigos do mundo. E permanece em constante evolução seja na área de projetos, de equipamentos ou na área pessoal. Porém, para que todo esse desenvolvimento fosse possível, o número de trabalhadores acidentados foi enorme.

Devido a esse fato, com o passar do tempo a segurança do trabalho passou a ser mais valorizada nos canteiros de obras. Passou-se a aplicar programas que visam à antecipação, avaliação e controle de acidentes do trabalho e riscos ambientais existentes ou venham a existir.

Tanto que existe um programa de segurança do trabalho específico para a construção civil, ele se chama Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) nos canteiros de obras (conforme Norma NR-18 Indústria da Construção), ou, para simplificar, PGR de obras.

A partir do momento em que segurança passou a ser a palavra chave para o crescimento de qualquer empresa, a vida dos trabalhadores passou a valer muito. Vamos observar, então, de que forma esse avanço pode ser encontrado nos dias atuais.

Grande parte dos acidentes no setor da construção civil se dá por meio de ferramentas manuais

O mau uso e o meu estado de conservação estão entre os principais fatores de risco.

Vejamos os principais tipos de ferramentas utilizadas, os acidentes que podem ser causados e as medidas preventivas a serem tomadas:

• Ferramenta de corte: Capaz de provocar perfurações e cortes.

Devem ser sempre transportadas protegidas por bainhas e dentro de sacolas, nunca em bolsos de calças ou camisas.

Devem ser colocadas em locais estáveis onde não haja perigo de queda.

• Ferramenta de ponta: Capaz de provocar perfurações e cortes.

Proteger as pontas com rolhas de cortiça.

Não utilizar limas como alavancas.

• Ferramenta de percussão: Capaz de projetar estilhaços metálicos.

Conservar em bom estado, evitando rebarbas.

Usar têmpera apropriada ao aço empregado.

• Ferramenta de bater: Capaz de provocar batidas.

Verificar a boa fixação dos cabos.

Não molhar a ferramenta, evitando que a madeira apodreça e a cabeça oxide.

Evitar utilizar a ferramenta em ambientes explosivos.

• Ferramenta de apertar: Capaz de provocar perfurações, batidas.

Verificar o tamanho das chaves de acordo com a fenda do parafuso ou dimensão da porca.

Não aumentar o tamanho do cabo para provocar o efeito alavanca.

Não utilizar chaves para apertar ou soltar.

Verificar a existência de fissuras no material.

• Ferramenta de serra para madeiras e metais: Capaz de provocar perfurações e cortes.

Transportar as ferramentas com proteção para os dentes.

Verificar o estado dos dentes. O adequado é estarem sempre afiados.

Não alinhar a direção do corte com os dedos.

• Pistolas de fixação: Capaz de provocar ferimentos por projéteis ou estilhaços.

Utilizar protetores apropriados contra estilhaços na ponta do cano, de acordo com o serviço a ser executado.

Não apoiar a pistola em suportes finos ou quebradiços.

Localizar as instalações de hidráulica antes do início dos serviços.

Não usar as pistolas em locais com produtos inflamáveis ou explosivos.

Transportar as pistolas e cartuchos em caixas apropriadas.

Medidas como essas, muitas vezes podem parecer simples. Mas quando utilizadas corretamente são capazes de evitar acidentes e, em alguns casos, até de salvar vidas.

Antes de realizar uma atividade analise a situação, verifique qual a ferramenta mais adequada, certifique-se da mesma estar em plenas condições e, só assim, faça seu trabalho.

Minutos “perdidos” para segurança, nunca serão perdidos de verdade!

Bônus

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construção civil

Veja também: DDS sobre motoserra

O perigo de dormir no canteiro de obras

19/01/2020 | Herbert Bento

Muitas são as obras espalhadas pelas cidades, ainda mais nessa época que a construção civil está em alta no Brasil. Com o advento das olimpíadas, a copa do mundo e a expansão dos projetos de governo a área está crescendo a cada dia.

Sabemos que, a construção civil é um dos segmentos que mais acontecem acidentes no trabalho, emprega maior parte dos trabalhadores, recebe muita mão de obra desqualificada e é o ambiente com maior índice de riscos ambientais existentes entre os demais segmentos.

É caracterizada por um trabalho braçal que exige muito esforço físico de seus trabalhadores e na maioria das vezes a céu aberto, exposto a altas e baixas temperaturas constantemente.

O ritmo de trabalho é acelerado, pois as obras tem prazo de término e entrega de tudo pronto na data determinada.

Por ser um segmento de grande concentração de pessoas, muitos riscos ambientais para se identificar e controlar, muitas vezes passam desapercebidos fatos que inclusive acontecem todos os dias, mas por vista grossa ou pura falta de visão crítica, se torna uma rotina e não é mais enxergada como um risco ambiental.

A alimentação é um fator importante para a segurança no trabalho se preocupar, pois a devida alimentação é fundamental para a saúde dos trabalhadores e para o rendimento, pois na maioria das vezes é uma alimentação pesada e com muita gordura e carboidrato.

Normalmente o que acontece após a refeição é a quebra do ritmo, em conjunto com a temperatura externa alta (no verão, por exemplo), o que prossegue o almoço é a famosa “preguiçinha” que após o horário de refeição diminui o ritmo de trabalho e também causa a desatenção inerente aos riscos de exposição a cada um.

Uma solução para isso é o famoso cochilo depois da comida, o que é muito recomendável, faz muito bem para a saúde, restabelecer as energias e a atenção, considerando que quebra o stress advindo das atividades.

Mas, existe um grande vilão nessa área, na construção civil ou canteiro de obras a maior parte das atividades são realizadas ao ar livre, e muitos funcionários tiram sua soneca em lugares que proporcionam perigo e risco a sua vida e a dos demais.

Diversos acidentes e fatalidades já ocorreram devido a esse ato inseguro, pois por lei a empresa tem que proporcionar um local adequado de descanso e os funcionários precisam respeitar esse limite, pois é muito comum vermos dormindo nas praças públicas, trilho de trem ou metrô, estacionamentos ou no meio da obra.

A melhor forma de alertar é a conscientização, é imprescindível abordar o tema em palestras, dds´s, sipat´s, cipa e no próprio sesmt, pois mais pessoas não podem morrer ou se acidentarem por falta de informação ou principalmente por falta de condições ambientais que a empresa não proporciona de forma adequada aos seus empregados.

É uma área muito rotativa, pessoas de diversas culturas, então o primordial é que se mantenha uma comunicação, um diálogo constante com todos os envolvidos e principalmente diálogo diário, pois o que é normal, sem perigo para muitos é sim um risco ambiental presente e constante. Fique alerta!

Conheça os riscos da poeira na construção civil

18/01/2020 | Herbert Bento

Os locais de trabalho podem conter agentes nocivos em sua atmosfera, atacando assim o aparelho respiratório dos trabalhadores e contribuindo para o desenvolvimento de doenças ao longo do tempo.

Hoje iremos focar este gênero, no ambiente da construção civil que é um dos segmentos com mais riscos a acidentes.

Os locais em que tem atividade de obras de construção podem ter gases, poeiras, vapores e fumos. Alguns deles podem deixá-lo doente ou até mesmo matá-lo, se você respirar. 

As poeiras podem levar anos para deixá-lo doente.

Por exemplo: o amianto ao longo do tempo pode causar câncer de pulmão e asbestose.

Hoje no Brasil é proibido o uso do composto amianto, porém, na ocorrência de demolição é possível encontrá-lo em partículas respiráveis.

Temos também a poeira sílica que quando respirada ao longo do tempo causa a silicose.

A sílica (dióxido de silício) é uma substância que se encontra naturalmente em certos tipos de pedra, areia e argila.

O manuseio desses materiais pode criar um pó muito fino, conhecido como sílica cristalina respirável, que pode ser facilmente inalada.

Silicose é uma doença pulmonar incurável causada pela inalação de grandes quantidades de pó de sílica, geralmente ao longo de um período de muitos anos.

Essa doença pode aumentar o risco de outras doenças graves em desenvolvimento, como artrite, doença renal, doença pulmonar crônica, tuberculose e câncer de pulmão.

Nas construções atuais, é comum a utilização de drywall.

O que poucos sabem qé que ao lixar esses materiais os trabalhadores entram em contacto com altas concentrações de poeira.

Inicialmente, a exposição a esses poluentes podem provocar irritação nos olhos, nariz, e garganta, mas ao longo do tempo, os sintomas pioram inflamando a garganta, contribuindo para o surgimento de tosse, gerando produção de catarro e dificuldades respiratórias similares à asma. 

Fumantes ou os trabalhadores com condições de sinusite podem agravar os problemas de saúde. 

Agora que já conhecemos os riscos e suas consequências, cabe uma reflexão do que estamos fazendo quanto ao uso correto dos meios de prevenção.

Devemos aplicar e seguir à risca as recomendações determinadas pelos programas de segurança como PPRA, PCMSO, PCMAT, PPR e entre outros.

E tomar as medidas cabíveis de proteção, sendo que devem ser adotadas nessa ordem de prioridade:

  • 1°) Eliminação do risco;
  • 2°) Substituição do risco;
  • 3°) EPC – Equipamentos de Proteção Coletiva;
  • 4°) Sinalização/alertas ou controles administrativos.
  • 5°) EPI´s – Equipamento de Proteção Individual.

Reflexão: O sofrimento humano relacionado ao trabalho e prazos cada vez mais longos para aposentadoria é culpa dos nossos Governantes sim, por motivos inaceitáveis, mas se trabalharmos de maneira correta, seguindo todas as recomendações e exigências da segurança do trabalho, será que esta condição não seria amenizada?

Autor: Leandro Rodrigues de Barros do Vale. Técnico de Segurança do Trabalho, Bacharel em Administração e Técnico em Administração. MTE: 55029 – SP

Equipamentos de Proteção Individual na Construção Civil

16/11/2019 | Herbert Bento

Devido aos riscos existentes na atividade da construção civil o uso de EPI Equipamento de Proteção Individual é primordial em diversos setores.

Este uso é apropriado para cada atividade, caso o operário mude de função o EPI deve ser o adequado para aquela atividade específica.

O excesso de EPI é prejudicial a mobilidade e bem estar do colaborador, por isso o uso deve ser adequado para não gerar possíveis acidentes causados por imprudência no uso. Em uma área de risco todas as pessoas que circulam na área devem estar devidamente paramentadas com os EPI´s adequados para aquele setor. Sejam visitantes, engenheiros, fiscais e outros.

A NR 18 em sua seção 23 determina que:

18.23.1 A empresa é obrigada a fornecer aos trabalhadores, gratuitamente, EPI adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento, consoante as disposições contidas na NR 6 – Equipamento de Proteção Individual – EPI.

18.23.2 O cinto de segurança tipo abdominal somente deve ser utilizado em serviços de eletricidade e em situações em que funcione como limitador de movimentação.

18.23.3 O cinto de segurança tipo paraquedista deve ser utilizado em atividades a mais de 2,00m (dois metros) de altura do piso, nas quais haja risco de queda do trabalhador.

18.23.3.1 O cinto de segurança deve ser dotado de dispositivo trava-quedas e estar ligado a cabo de segurança independente da estrutura do andaime. (incluído pela Portaria SSST n.º 63, de 28 de dezembro de 1998)

18.23.4 Os cintos de segurança tipo abdominal e tipo paraquedista devem possuir argolas e mosquetões de aço forjado, ilhoses de material não ferroso e fivela de aço forjado ou material de resistência e durabilidade equivalentes.

18.23.5 Em serviços de montagem industrial, montagem e desmontagem de gruas, andaimes, torres de elevadores, estruturas metálicas e assemelhados onde haja necessidade de movimentação do trabalhador e não seja possível a instalação de cabo-guia de segurança, é obrigatório o uso de duplo talabarte, mosquetão de aço inox com abertura mínima de cinquenta milímetros e dupla trava.

O treinamento para cada um desses equipamentos é fundamental para o uso correto de cada um deles, evitando os atos inseguros e proporcionando maior conforto e segurança na operação.

Para uma boa durabilidade e eficiência deve-se tomar alguns cuidados no uso, higiene e armazenamento dos EPI´s.

Todo Equipamento de Proteção Individual brasileiro deve conter o CA Certificado de Aprovação, comprovando assim que o dispositivo foi testado e aprovado em testes de avaliação de eficiência. Certifique-se que o EPI que usa, contém esse certificado.

Após receber o devido treinamento, o colaborador está pronto para usar o dispositivo, alguns cuidados especiais devem ser tomados durante o uso. A higiene é imprescindível para que não ocasione uma doença ocupacional. Nunca use o EPI de uma outra pessoa. O armazenamento após a higienização é de suma importância para manter a integridade do equipamento e o perfeito uso no dia seguinte.

Nunca leve o EPI para casa, só deve ser usado no ambiente de trabalho. O EPI é seu instrumento de trabalho, portanto, use-o com consciência e sabendo que a finalidade é a preservação de sua vida.

Qualidade de Vida no Trabalho: O Caso do Canteiro de Obras

16/11/2019 | Herbert Bento

Nos dias atuais ouve-se muito falar sobre Qualidade de Vida no Trabalho (QVT), o que está diretamente relacionado à saúde do trabalhador, bem estar físico e mental, suas ações, seus hábitos de vida, seus relacionamentos sociais, isto é, ter Qualidade de Vida no Trabalho é obter um equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional.

Assim, podemos dizer que a QVT surge com o intuito de oferecer aos trabalhadores um ambiente favorável para o atendimento das suas necessidades e seu desenvolvimento integral (pessoal e profissional). Os fatores psicológicos, políticos, econômicos e sociais do trabalhador são levados em consideração.

O setor da construção civil é caracterizado por ser uma atividade que usa intensivamente mão de obra, não possui muita mecanização, possuir caráter nômade (ou seja, o trabalhador muda de obra sempre que uma termina), ter alta rotatividade dos operários e apresentar altos índices de acidentes de trabalho.

A QVT é aplicada na construção civil com o intuito de tornar os cargos mais satisfatórios e produtivos, promovendo a reformulação dos cargos e postos de trabalho, criando equipes de trabalho e melhorando o ambiente. Dessa forma os resultados serão observados na produtividade e satisfação dos trabalhadores.
E de que forma a QVT é aplicada em um canteiro de obras?

Através da realização de exames médicos periódicos, como:

• Acuidade visual;

• Exame de audição;

• Exame de coração;

• Exame de pressão;

• Teste de diabetes;

• Hemograma (exame de sangue);

• Dentista;

• Avaliação da saúde mental.

Exames médicos têm o intuito de zelar pela boa qualidade de vida dos trabalhadores. Os mencionados acima são apenas alguns exemplos dos quais o trabalhador precisa realizar para que assegure seu bem estar. Não deixe de realizar os exames de forma recorrente.

Algumas empresas realizam campanhas nas quais todos os exames são realizados sem custo nenhum para o trabalhador. Aproveite essa oportunidade, se esse for o caso da sua empresa, e não deixe sua saúde para depois.

• É importante que alguns cuidados sejam tomados, como:

o Utilização de protetor solar, repondo-o várias vezes ao dia. Dessa forma, o trabalhador fica protegido da radiação ultravioleta e diminui as chances de desenvolver uma doença ou até mesmo um câncer de pele.

o Utilização dos EPI’s adequadamente.

o Realização de treinamentos. Trabalhador com conhecimento e atualizado é sempre mais produtivo e qualificado!

o Campanhas de vacinação são altamente importantes, pois em muitos casos são encontrados trabalhadores com a carteira de vacinação incompleta. Se esse for o seu caso, informe ao responsável pelo setor. Ele fará o encaminhamento correto para que a vacina seja ministrada.

• Palestras educativas também são bastante lucrativas, como:

o Palestra de Ergonomia: Onde o trabalhador vai aprender a lidar melhor com seu corpo, conhecer técnicas de alongamento para serem realizadas durante o período de trabalho, técnicas de relaxamento e vai entender porque é importante manter-se sempre na posição correta na realização de suas funções.

o Palestra sobre Tabagismo: Informações acerca dos malefícios do cigarro.

o Palestra sobre Alcoolismo: Informações acerca dos malefícios das bebidas alcoólicas e dos riscos de acidentes relacionados a pessoas que vão trabalhar sob efeito do álcool.

o Palestra sobre DST: Informações acerca das doenças e formas de prevenção.

o Palestra sobre Drogas: Informações acerca dos malefícios das drogas, assim como dos problemas de quem trabalha sob efeito delas.

• Incentivos aos trabalhadores como premiações aumentam a autoestima e, consequentemente, melhoram a produtividade na empresa.

• Disponibilidade de um psicólogo na empresa. É importante para os trabalhadores terem a oportunidade de lidar diretamente com um profissional específico da área da psicologia, para descobrirem qual a melhor forma de lidar com possíveis problemas que venham a existir, tanto no âmbito profissional quanto pessoal.

Observa-se assim que para que a QVT exista no ambiente de trabalho, são necessárias medidas de todos os âmbitos. É essencial que os trabalhadores se sintam bem, confiantes, saudáveis e bem dispostos para mais um dia de trabalho. Dignidade é um direito de todos!

Operador de Betoneira, proteja-se!

16/11/2019 | Herbert Bento

Uma betoneira ou misturador de concreto é um equipamento utilizado para misturar materiais, no qual se adicionam cargas de pedra, areia e cimento, juntamente com a água, na proporção e mistura devida, de acordo com o tipo de obra.

É bastante utilizada na construção civil, principalmente para misturar agregados como produtos e matérias primas. É constituída por um chassi e um recipiente cilíndrico que se faz girar com a força transmitida por um motor elétrico ou a gasolina.

As principais causas de acidentes com a betoneira são:

– Descargas elétricas;

– Agarramento por partes móveis;

– Tombamento, batidas e atropelamentos devido à movimentação da máquina;

– Queda repentina da caçamba carregadora;

– Inalação de produtos químicos;

– Ruído excessivo.

A pessoa responsável pela operação do equipamento é denominada Operador de Betoneira. Esta deve realizar um treinamento de segurança para poder exercer essa função. E deve, ainda, seguir as instruções abaixo:

– Conheça a betoneira. Não se arrisque a manusear uma máquina na qual você não possui o conhecimento necessário.

– Não realize nenhuma atividade se apresentar cansaço ou falta de concentração. Sua vida pode estar em risco. Tudo o que for fazer deve ser feito com extrema consciência e concentração.

– Evite condições perigosas.

– Certifique-se de que haja espaço adequado para que o trabalho seja realizado.

– Mantenha a organização do local, evitando acidentes.

– A operação só deve ser realizada em local sólido e plano, que seja capaz de suportar o peso do equipamento e a carga, evitando que a betoneira tombe.

– Não mova a betoneira quando estiver carregada ou em uso.

– Antes de ligar, verifique as condições da máquina. Observe o estado dos cabos, alavanca e acessórios e os dispositivos de segurança.

– Certifique-se que as partes móveis estejam protegidas por carcaças.

– Nunca introduza o braço ou uma pá dentro da betoneira em movimento.

– Após o término do trabalho, deve ser imobilizada com o mecanismo correspondente.

– Não deve ser colocada a distância inferior a três metros da borda de uma escavação, evitando assim riscos de quedas.

– Devem-se verificar as condições do aterramento elétrico, antes de ligar a máquina.

– Lave e limpe a máquina sempre após o uso. Lembre-se de desligar a máquina e desconectar da tomada.

– Solucionar problemas elétricos na máquina é função do eletricista, e não do operador de betoneira.

– Monitore sempre as lonas de freio e fricção, trocando-as regularmente.

– Não deixe que caia graxa no disco de fricção e na cinta de freio.

– Utilize os EPI indicados para esse tipo de operação (capacete de segurança, óculos de segurança, luvas de borracha, protetor auricular, botas de borracha e respirador).

– Atente sempre para suas mãos. Elas que te dão a oportunidade de realizar esse tipo de trabalho, portanto não as deixe de lado!

– Cuidado ao manusear o cimento. Esteja sempre com as luvas de proteção para impedir o contato. Caso contrário, você pode desenvolver uma dermatite de contato, que é uma doença na pele causada pelo cimento.

– Quando não estiver em uso, à betoneira deve ser armazenada em local seco para prevenir contra a ferrugem.

Bom trabalho!

Vídeo bônus

Assista ao vídeo bônus abaixo que complementa o conteúdo desse DDS.

A atuação da CIPA na construção civil

16/11/2019 | Herbert Bento

A CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes é uma equipe formada por representantes dos empregados e do empregador. Por não ser uma equipe especializada como o SESMT, os integrantes devem buscar conhecimento avançado sobre segurança no trabalho.

Essa equipe possui suas responsabilidades na questão de fiscalizar, monitorar e comunicar toda e qualquer situação de risco que se encontra um colaborador.

A CIPA é dimensionada de acordo com o número de funcionários e grupo de atividade econômica a qual se enquadra a empresa. Em termos de construção civil, a NR 18 nos fornece parâmetros de dimensionamento da CIPA para os canteiros de obras, como segue:

18.33.1 A empresa que possuir na mesma cidade 1 (um) ou mais canteiros de obra ou frentes de trabalho, com menos de 70 (setenta) empregados, deve organizar CIPA centralizada.

18.33.2 A CIPA centralizada será composta de representantes do empregador e dos empregados, devendo ter pelo menos 1 (um) representante titular e 1 (um) suplente, por grupo de até 50 (cinquenta) empregados em cada canteiro de obra ou frente de trabalho, respeitando-se a paridade prevista na NR 5.

18.33.3 A empresa que possuir 1 (um) ou mais canteiros de obra ou frente de trabalho com 70 (setenta) ou mais empregados em cada estabelecimento, fica obrigada a organizar CIPA por estabelecimento.

18.33.4 Ficam desobrigadas de constituir CIPA os canteiros de obra cuja construção não exceda a 180 (cento e oitenta) dias, devendo, para o atendimento do disposto neste item, ser constituída comissão provisória de prevenção de acidentes, com eleição paritária de 1 (um) membro efetivo e 1 (um) suplente, a cada grupo de 50 (cinquenta) trabalhadores.

18.33.5 As empresas que possuam equipes de trabalho itinerantes deverão considerar como estabelecimento a sede da equipe.

18.33.6 As subempreiteiras que pelo número de empregados não se enquadrarem no subitem 18.33.3 participarão com, no mínimo 1 (um) representante das reuniões, do curso da CIPA e das inspeções realizadas pela CIPA da contratante.

18.33.7 Aplicam-se às empresas da indústria da construção as demais disposições previstas na NR 5, naquilo em que não conflitar com o disposto neste item.

A atuação do cipeiro na construção civil é de suma importância, pois, por se tratar de uma atividade de alto grau de risco o cipeiro é um coadjuvante na questão de fiscalização, acompanhamento das atividades, auxiliando os colaboradores em manter uma atenção especial a sua atividade e de também zelar pela segurança de seus companheiros, pois é um trabalho em conjunto, podendo ocasionar uma reação em cadeia.

O cipeiro deve ter o conhecimento de todos os riscos ambientais e trabalhar em conjunto com os colaboradores, pois são eles que irão fornecer as informações mais preciosas a respeito da detecção de um risco ambiental.

Essas informações obtidas e identificadas devem ser direcionadas ao SESMT e aos demais cipeiros para que as dificuldades, os riscos, sejam discutidos e tomado a melhor medida de controle favorável ao caso.

A segurança depende de cada integrante e em conjunto se forma uma equipe forte, consciente e preparada para trabalhar com responsabilidade.

Como manter a segurança na construção civil (Parte 1)

10/11/2019 | Herbert Bento

De acordo com o que dita a Constituição Federal, todo trabalhador tem direito a proteção da sua saúde, integridade física e moral e segurança na execução de suas atividades. Dessa forma, todos têm direito de trabalhar em um local com o mínimo de condições para manter um padrão de higiene, segurança e conforto adequados com o tipo de atividade.

Dessa forma não poderia ser diferente com os trabalhadores da construção civil. Se você é uma dessas pessoas, sabe dos riscos com os quais se depara diariamente no ambiente de trabalho, mas muitas vezes não sabe como se prevenir.

Pois bem, atente para as instruções a seguir e compreenda qual a melhor forma de se manter seguro no local de trabalho:

• Escavação, fundação e desmonte de rochas:

o As escavações realizadas em canteiros de obras devem ter sinalização de advertência e barreira de isolamento em todo o seu perímetro;

o É proibido o acesso de pessoas não autorizadas às áreas de escavação e cravação de estacas;

o As escavações com mais de 1,25m de profundidade devem dispor de escadas ou rampas, próximas aos postos de trabalho, para uma saída de emergência dos trabalhadores (caso seja necessário);

o Os acessos de trabalhadores, veículos e equipamentos às áreas de escavação devem ser permanentemente sinalizados;

o É proibido realizar reparos ou manutenção em bate-estaca enquanto o equipamento estiver em operação;

o O operador de bate-estaca deve ser qualificado e ter sua equipe treinada;

o É obrigatório o uso de cinto de segurança tipo paraquedista, nos trabalhos realizados em escadas da torre de bate-estaca e proteção auditiva para todos os que estiverem próximos ao local;

o É proibido o acesso de pessoas não autorizadas às áreas de escavação e cravação de estacas;

o Quando o bate-estaca não estiver em operação, o pilão deve permanecer em repouso sobre o solo ou no fim do seu curso.

• Martelete pneumático:

o É importante que haja o revezamento na operação, devido à vibração excessiva gerada pelo equipamento;

o É preciso verificar se todas as junções e conexões dos tubos do martelo pneumático estão corretamente montadas e conectadas;

o Somente operador treinado e capacitado pode operar o equipamento;

o É obrigatório o uso de protetor respiratório e luvas anti-vibração;

o O mangote não pode ter adaptações ou emendas que possam oferecer riscos.

• Serra circular de bancada/manual:

o Obrigatório uso de protetor facial contra projeção de partículas;

o Obrigatório uso de óculos de segurança e protetor auricular;

o O trabalho só pode ser realizado por trabalhador qualificado.

• Policorte:

o Obrigatório o uso de avental de raspa para proteção do tronco contra projeção de partículas;

o O trabalho só pode ser realizado por trabalhador qualificado.

• Dobragem de vergalhões:

o Obrigatório o uso de luva de raspa para a proteção das mãos contra agentes cortantes e perfurantes;

o O uso de protetor solar é indicado, pois ajuda a proteger a pele contra a radiação ultravioleta do sol;

o As pontas dos vergalhões devem ser protegidas.

• Estruturas de concreto:

o Durante a desforma devem ser viabilizados meios que impeçam a queda livre de sessões de formas e escoramentos, sendo obrigatório amarrar peças e o isolamento/sinalização ao nível do terreno.

o Os suportes e escoras devem ser inspecionados antes e durante a concretagem por trabalhador qualificado;

o Deve-se proteger as periferias com guarda-copos durante a concretagem;

o O uso de protetor auditivo é obrigatório.

Siga corretamente as instruções e trabalhe sempre de forma consciente!

Para ler a continuação desse DDS, a parte 2, clique aqui.

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