Meio Ambiente

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Água: um recurso escasso e finito

02/02/2020 | Herbert Bento

No dia 22 de março comemoramos o ”O Dia Mundial da Água”.

Paro e pergunto:

Se esse recurso sagrado e divino é tão precioso para nossa sobrevivência, porque dedicamos só um dia do ano para celebrá-la?

Não necessitamos “de uma média de 2 litros” “dela” por dia para regular nosso organismo em termos hídricos?

Raciocine comigo:

Você sabia que a distribuição de água no planeta oscila em média de: 97,24% de água salgada e de 2,76% só de água doce? E que embora haja muita água salgada, o custo para dessalinizá-la é muito alto?

Imagine que só no Brasil, o consumo de água na pecuária é em torno de 70%, as indústrias 20% e o abastecimento urbano em média 20%, aí você com lógica pergunta: Mas como a pecuária consome tanta água assim, e nós, humanos ficamos com tão pouco? Por isso meus caros admiradores do DDS on line, que cada um de nós tenha o hábito de racionar e ter uma postura sustentável com ela. Lamentável, mas esse recurso hídrico é muito mal distribuído na face da terra, uns tem mais, outros menos. E sua postura, como está?

REFLEXÃO: VOCÊ TRATA A ÁGUA COM POSTURA SUSTENTÁVEL?

1- Ao escovar os dentes, ou fazer a barba você:

a) deixa as água escorrendo o tempo todo;

b) fecha a torneira enquanto passam o creme de barbear ou escova os dentes?

2 – Quando você lava o carro utiliza:

a) uma mangueira;

b) um balde;

3 – Você limpa a calçada com

a) uma vassoura;

b) um esguicho;

4- Quando vê um vazamento na rua você:

a) não faz nada porque acha que não tem nada a ver com isso;

b) liga para empresa /saneamento urgente?

5- E para lavar as roupas, você?

A) deixa um grande volume acumular para lavar tudo de uma vez;

b) lava aos poucos, sempre que observar que uma peça está suja?

6) Ao comprar o vaso sanitário com descarga, você:

a) Opta por descarga convencional com válvula;

b) Opta pelo sistema acoplado sem válvula?

7) Na hora do banho, você:

a) é rápido e orienta seus familiares a fazerem o mesmo;

b) passa o tempo, relaxa e nem vê a hora de sair do chuveiro?

JÁ PENSOU NISSO?

Escovar os dentes com a torneira aberta = 80 litros;

lavar a louça com a torneira aberta= 100tros;

lavar o carro com a mangueira em meia hora= 560 litros;

banhos longos= 95 a 180 litros;

e uma torneira pingando em 24 horas= 50 litros e por mês=1.500 litros

“SABIA QUE: A ONU declarou 2013 como o ‘Ano Internacional de Cooperação pela água”?

POR ISSO MEUS AMIGOS PENSEM: ÁGUA – SE CADA UM POUPAR HOJE, TODOS CONTRIBUEM PARA UM FUTURO SUSTENTÁVEL! AÇÃO COMECE AGORA, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS…

Consciência ecológica nas empresas e para a sociedade

02/02/2020 | Herbert Bento

A questão ambiental está ganhando espaço, sendo palco de discussões globais, conferências, palestras e campanhas. Por que tudo isso vem acontecendo? Por que a cada ano as consequências dos impactos causados no passado vem nos assolando de maneira mais feroz.

Isso é uma cadeia, no Brasil, temos a melhor Legislação Ambiental, a deficiência fica por conta do não cumprimento ou falta de fiscalização. As empresas tem o dever de cumprir as leis e promover a qualidade ambiental e a sociedade de colaborar com tal questão que é de responsabilidade de todos.

O mercado está cada vez mais exigente, com acordos internacionais, a certificação ISO 14001 vem fechando o cerco com as empresas que não tem compromisso ambiental. Isso é questão de sobrevivência, pois, empresas certificadas precisam ter parceiros que também sejam certificados ou perdem para a concorrência, o cliente (consumidor de produtos ou serviços), está adquirindo mais conhecimento e com isso está cada vez mais crítico e as leis e normas mais rigorosas.

Esse novo perfil deve ser assumido por todas as empresas em sua administração: ter uma visão, política e meta ambiental adotada para não sofrer com o que esta por vir.

Devemos levar em consideração alguns quesitos.

Sobrevivência humana: se as empresas continuarem contaminando o meio ambiente, oferecendo produtos tóxicos aos consumidores, burlando leis ambientais e do trabalho, a sobrevivência humana estará ameaçada pelos gigantes da indústria.

Consenso público: a população deve conhecer e participar mais de audiência públicas, recusar produtos, se envolver na elaboração de plano diretor de sua cidade, ser mais exigente com os vereadores que elegeram, se comprometer mais e ser menos omisso ou levar a política na brincadeira, pois a decisão de um gera consequência para todos.

Oportunidades de mercado: o Brasil deve aproveitar a questão ambiental que está inserido e acompanhar as tecnologias e estudo que são desenvolvidos a cada dia e se desenvolver em cada oportunidade de negócios que aparecem quando recebemos visitas de outros países e quando visitamos outros lugares.

Redução de riscos: as empresas que possuem consciência ecológica têm condições de reduzir seus riscos ambientais evitando assim, causar danos ao meio ambiente, patrimônios, funcionários e comunidade. Estão livres de multas, sanções e imagem negativa perante o mercado.

Redução de custos: com práticas de gestão ambiental é possível analisar as perdas, deduções de desperdício e eliminar toda forma de degradação, com isso reduzindo custos com matéria-prima, tempo e mão de obra.

Integridade pessoal: inclui realizar o trabalho de maneira integra, com a consciência de que está respeitando em todo o tempo a política, leis e normas.

A alta direção da empresa tendo essa visão prevencionista e ambiental, terá grandes ganhos com a reputação dos funcionários (que são os clientes internos), com a sociedade, pois será bem quista, como uma empresa amiga do meio ambiente com responsabilidade socioambiental e com a fiscalização, não terá de se preocupar quando receber uma visita de um auditor ou fiscal.

Repense a política de sua empresa e assuma um perfil empreendedor consciente e colabore com uma sociedade justa e saudável.

A coleta seletiva e seus benefícios

02/02/2020 | Herbert Bento

Nosso DDS ambiental vai abordar um assunto muito relevante e atual.

Podemos definir a Coleta Seletiva como o processo de segregação, ou, separação e recolhimento dos resíduos conforme sua constituição: orgânico, reciclável e rejeito, respeitando-se as cores padronizadas dos coletores.

Para se operacionalizar a Coleta Seletiva, é essencial que o material seja separado e acondicionado. Os vasilhames (vidro, lata e plástico) devem ser enxaguados após o uso. Assim, evita-se o surgimento de cheiro e o aparecimento de animais, aumentando o valor de recomercialização. Os papéis deverão estar secos e de, sobretudo, não amassados, pois ocupam menos espaço e têm mais comercialmente são valorizados. As latas, além de limpas, deverão ter as tampas amassadas para dentro e os materiais cortantes, como vidro quebrado e outros, devem ser embalados em papéis grossos (jornais, por exemplo) para evitar acidente aos usuários nas cooperativas.

Benefícios:

Cores da coleta seletiva

A reciclagem gera benefícios nos principais aspectos:

1. Ambientais:

Evita a poluição do ambiente (água, ar e solos) provocada pelo lixo; Aumenta a vida útil dos aterros sanitários, pois diminui a quantidade de resíduos a serem enterrados; Diminui a exploração de recursos naturais, muitos não renováveis como o petróleo; Reduz o consumo de energia;

2. Econômicos:

Representa uma grande atividade econômica indireta, tanto pela economia de recursos naturais quanto pela diminuição dos gastos com tratamento de doenças, controle da poluição ambiental e remediação de áreas degradadas e uso de espaços de reserva; Gera empregos para a população não qualificada; Estimula a concorrência, uma vez que produtos fabricados a partir dos recicláveis são comercializados em paralelo àqueles feitos a partir de matérias-primas virgens.

3. Sociais:

A reciclagem garante ganhos sociais importantes. Por exemplo: Tem-se a geração de empregos diretos, a possibilidade de união e organização da força trabalhista mais desprestigiada e marginalizada (em cooperativas de reciclagem) e a oportunidade de incentivar a mobilização comunitária para o exercício da cidadania, em busca de solução de seus próprios problemas. Contribui para a redução da marginalidade, pois coopera com a retirada das pessoas dos lixões, e para a melhoria da qualidade de vida.

Educação Ambiental:

Essa é a principal ferramenta e dá a oportunidade aos cidadãos de preservarem a natureza de uma forma concreta. Assim, as pessoas se sentem mais responsáveis pelos resíduos que geram. Além disso, contribuem para a sustentabilidade, ou seja, preservam HOJE, para garantir assim recursos para o AMANHÃ.

Enfim, cada um colaborando, estará sendo um agente multiplicador de opiniões, dando o seu exemplo.No meu trabalho, Colocando o resíduo gerado no coletor adequado, você já estará dando um grande passo rumo À COLETA SELETIVA.

PARE E PENSE: ESTOU FAZENDO A MINHA PARTE? E NA MINHA CASA? Pratique essa ideia. Torne essa ideia um hábito constante em sua vida. Pense nisso!

Geração e destinação de resíduos sólidos durante o verão

24/11/2019 | Herbert Bento

Com a permanência da estação mais quente do ano é comum o aumento do consumo de vários produtos. Bebidas, como refrigerantes, sucos e cervejas, roupas, época de grandes promoções e de renovar o guarda-roupa, alimentos, em função do calor o fast-food é mais atrativo do que ficar em frente a um fogão quente. A tendência das fábricas e indústrias é uma produção em larga escala, gerando então, uma quantidade imensa de resíduos sólidos.

Esta geração de resíduos cria alguns transtornos em decorrência do seu volume e destinação. Quanto mais aumenta a produção e consumo, maior será a geração de resíduos sólidos que precisará de uma destinação correta.

Com esta demanda, principalmente no verão, estação de muita precipitação (chuva), vemos a destinação incorreta desses resíduos, que muitas vezes vão parar em córregos, entopem boca de lobo, aumento o número de lixões, provando então, diversos agravantes, inclusive de saúde pública.

Quando se forma os lixões que recebem qualquer tipo de resíduo – comum, perigoso e inerte – temos problemas, como:

– Contaminação da água e do solo

– Geração de gás metano (Ch4) à céu aberto

– Proliferação de animais como barata, escorpião, ratos, moscas e outros

– Contaminação do ar, geração de mau cheiro

Enfim, o transtorno é coletivo, agride o meio ambiente, a saúde pública e a economia.

Mas, para isso, temos solução. Se partimos do princípio dos 3 R´s – Reduzir, Reutilizar e Reciclar – vamos encontrar meios para diminuir a origem dos problemas.

E como funciona? É simples.

REDUZIR – Devemos reduzir nosso consumo, principalmente os desnecessários, como: excesso de embalagem, comprar por impulso, alimentos orgânicos em grande quantidade, impressão desnecessária. Enfim, evite o desperdício e abuso.

REUTILIZAR – Depois do resíduo gerado, podemos reutilizá-lo para outra finalidade, caso não sirva mais para nós, podemos doar, vender ou trocar em empresas que irá usar esse resíduo como matéria-prima. Reaproveite.

RECICLAR – Em último lugar, encontramos a reciclagem, onde o primeiro passo é fazer a coleta seletiva na empresa, escola e condomínio. Depois destinar para a usina de reciclagem que irá transformar esse resíduo química e fisicamente em matéria-prima para outra atividade ou em outro produto.

Todo esse processo não vai valer a pena se não vier precedido de uma Educação Ambiental. O Brasil possui uma Lei Federal nº 9795/1999 que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, que diz:

Entende-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade. Lei nº 9.795/99 art. 1º.

Traz-nos parâmetros sociais e de reflexão sobre construção de valores sociais, a sociedade valorizar o meio em que vive, conhecimentos, é imprescindível para que haja mudança de hábitos, habilidades para exercer os programas propostos e principalmente atitude, se não houver esse último a lei e o discurso não servem para nada.

Vamos ter atitude para conhecer programas de nosso município, divulgar, conscientizar a população e participar em parceria com empresas, ong´s, associações de bairro, entre outros.

Só se constrói uma sociedade justa, integra e consciente, com uma base de educação que atinja todos os níveis sociais, culturais e econômicos.

O conceito ambiental dos 3 Rs

24/11/2019 | Herbert Bento

Nos dias de hoje a sociedade é caracterizada como consumerista, adquiriu o hábito de consumir aquilo que não tem necessidade, é atraído por uma promoção, consome por estar frustrado ou chateado, ou simplesmente por impulso.

Esses hábitos além de requererem maior extração de matéria-prima da natureza para produção de diversos produtos, também gera grandes quantidades de resíduos, dos mais variados, resíduos tóxicos, perigosos (químicos), de serviço de saúde, entre outros.

E o que fazer com tanto resíduo (lixo) que é gerado diariamente? Só em São Paulo essa geração é de 15 mil toneladas/dia. A vida útil dos aterros sanitários são diminuídas substancialmente com tanto consumo e geração de resíduos. Muitos já fecharam por ter acabado sua vida útil e hoje são terrenos intocáveis, não podendo usar esse solo para nada (além da geração de energia que é proveniente do gás metano emitido pela decomposição do lixo), mas isso é de cunho de investimento e interesse econômico.

Várias são as ferramentas de Gestão Ambiental na tentativa de uma recuperação da natureza, menor impacto ambiental significativo e uma qualidade que atenda a todos.

Entre essas ferramentas, encontramos o Conceito dos 3 R´s, que consiste no gerenciamento dos resíduos sólidos e significa Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Um mecanismo muito simples de ser adaptado e deve vir acompanhado com uma Educação Ambiental eficiente e constante para que as ações tenham continuidade e tragam resultados.

Um fator primordial e relevante é a hierarquia, essa ferramenta deve atender de prontidão a uma hierarquia para ter sua eficiência plena e constante. E como desenvolvemos tal ferramenta?

REDUZIR – o uso de recursos naturais. De uma maneira geral reduzir o hábito de consumo de diversas esferas. Racionalizar a energia, uso consciente da água, reduzir a compra de alimentos orgânicos que se degradam mais rápido, consumir menos embalagens, comprar somente o necessário, usar refil e comprar produtos com embalagem econômica, preferir as empresas que tem responsabilidade ambiental na fabricação e destinação de tais produtos.

REUTILIZAR – por melhor que seja a intenção de um ativista ambiental, causamos impacto, porém podemos minimizar esses impactos reutilizando aquilo que já foi gerado, roupas, mobílias e livros que não servem mais podem ser doados ou vendidos; embalagens podem ser usadas de diversas maneiras, usar o papel dos dois lados, reutilizar água da chuva ou da máquina de lavar.

RECICLAR – último item, embora a maioria das pessoas pensam que é a melhor atitude, reciclar gasta água e energia, porém, é uma ótima opção. Reciclar é a transformação física e química de um produto, ou seja, o formato físico e suas características químicas são alteradas para a confecção de um novo produto. Isso elimina a necessidade de extrair novos recursos naturais, usa a matéria-prima que já foi gerada e aumenta a vida útil dos aterros sanitários.

Essa ferramenta simples e eficaz pode ser usada por todos, nas empresas, residências, condomínios e escolas. E deve ser atendido por sua hierarquia.

Há quem adote mais dois “erres”.

REPENSAR – seus hábitos de consumo e destinação, deixar hábitos antigos que impactavam muito o meio ambiente e colaborar para uma sociedade sustentável.

RECUSAR – sendo um pouco mais crítico, recusar produtos piratas, vindos de trabalho escravo, trabalho infantil, produtos tóxicos e empresas que não tem responsabilidade socioambiental.

Agora que você já conhece a ferramenta dos 3 R’s, assuma sua responsabilidade e leve a educação ambiental para um nível de implantação e execução.

Bons projetos.

Água, bem de domínio público

16/11/2019 | Herbert Bento

Água, recurso natural essencial à vida. Como é bom quando bate aquela sede e podemos saciar com aquele copão d´água ou tomar aquele banho gostoso, refrescante para tirar o calor e cansaço, para fazer aquela comidinha gostosa e lavar as roupas.

A água tem diversos usos, nosso corpo é dotado de 70% de água, nossas células precisam de água para ter funcionalidade perfeita. O planeta é constituído por 70% de água e é conhecido como Planeta Água. Ela é tão importante que até ganhou um dia para comemorarmos sua existência.

Dia 22 de Março é caracterizado o Dia Mundial da Água, criado pela ONU (Organização das Nações Unidas), no dia 22 de março de 1992, mas porque se preocupar com isso já que o planeta é formado por 70% de água? A questão é que apenas 0,008% de toda essa quantidade é água doce e menos que isso está disponível na superfície de fácil captação e consumo, pois parte da água doce está concentrada nas geleiras que é de difícil acesso e quando derretem caem no mar e mistura-se com água salgada.

Para a situação piorar essa concentração de água doce em represas, lagos e rios estão sendo contaminadas por diversas fontes clandestinas pela ação predatória. Quase metade da população mundial não possui água potável, saneamento básico, nem uma condição digna de sobrevivência.

Além da pequena parcela de água doce disponível em nosso planeta, esse recurso está passando por um momento de escassez que preocupa a humanidade.

As autoridades tem demonstrado preocupação e várias medidas foram tomadas. Durante a eleição desse dia foi criada a Declaração Universal dos Direitos da Água que conta com dez artigos referentes à condição essencial da vida. O Brasil criou um órgão federal chamado ANA (Agência Nacional de Águas), que tem a missão de promover o uso sustentável da água. Em formato de lei temos a Política Nacional de Recursos Hídricos Lei Federal 9433/97 e tem como fundamento que a água é um recurso natural limitado; dotado de valor econômico; que em casos de escassez a prioridade é para o consumo humano e dessedentação de animais; a participação deve ser do poder público, usuários e comunidade.

Esse quadro de degradação pode mudar, muitas ações podem ser tomadas para que aja menos poluição nos rios, lagos, represas, entre outros. O uso racional da água é muito abordado por campanhas públicas. Existem tecnologias disponíveis para reaproveitar o uso da água.

Incentive a preservação da água limpa, conheça programas que envolvem esse assunto, respeite o meio ambiente que estiver visitando e desfrute de maneira sustentável os recursos naturais que temos sem ter que se preocupar com racionamento imposto pelo governo em caso de uma necessidade maior.

No Brasil, há cidades turísticas que tem sua visitação controlada pelo número de turistas que podem entrar na cidade, pois o uso dos recursos naturais é controlado o ano todo e a população precisa racionalizar para que no período de turismo a cidade possa recebê-los.

O Brasil além de ser o país com a maior biodiversidade do mundo é o país que tem a maior concentração de água doce. Aproveite esse mérito para usar de forma sustentável e dar bom exemplo para o Planeta.

Você tem atitudes sustentáveis?

03/11/2019 | Herbert Bento

Todos nós temos necessidades que são supridas através dos recursos que são extraídos do meio ambiente. Por isso, atitudes sustentáveis são importantes para que o uso dos recursos seja de forma equilibrada de modo a respeitar o tempo necessário da natureza para se auto reciclar.

Sustentabilidade é um termo que está em alta nos dias de hoje, a sua criação foi durante a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente em 1983, criada pela ONU (Organização das Nações Unidas), onde o termo ganhou força e significa: “Atender às necessidades da atual geração, sem comprometer a capacidade das futuras gerações em prover suas próprias demandas.”

A partir daí o termo ganhou mercado e marketing, várias empresas usam o slogan no sentido de se promover e ganhar audiência com o público, fornecedores e concorrência. Outras até tem atitudes que colaboram com a preservação do meio ambiente, inclusão social e educação ambiental.

E você, tem atitudes sustentáveis? Confira algumas dicas para ser sustentável no seu dia-a-dia:

– Promova a dimensão ambiental, a necessidade de cuidar do meio ambiente

– Reduza a produção de lixo desnecessáriamente

– Forme e/ou participe de ações comunitárias

– Não se omita quanto a questões ambientais

– Apoie as iniciativas de reciclagem

– Reutilize materiais, recicle

– Proteja a vegetação

– Reeduque-se, procure conhecer mais sobre meio ambiente

– Replaneje seu consumo para poluir menos

– Faça o reuso da água

– Economize energia elétrica

– Promova mudança de hábitos no trabalho do ponto de vista ambiental

– Utilize o fogão racionalmente, evite desperdiçar gás

– Participe de audiências públicas

– Apoie a luta contra o tabagismo

– Veja a publicidade com olhos críticos, consuma menos

– Apoie as ciclovias

– Conheça órgãos ambientais locais

Viram quantas atitudes podemos ter em relação a sermos sustentáveis em um planeta que pede socorro, em sociedades que padecem por não ter água potável, população que morre de fome todos os anos por não ter um solo fértil ou pela pobreza.

Podemos promover a sustentabilidade com ações simples em nosso cotidiano, a responsabilidade é de cada um de nós, como as formiguinhas que não precisam de chefe, mas trabalham todos os dias no mesmo ritmo e cada uma conhece sua função, sabendo que ao final todas serão beneficiadas.

Nossa cultura, nossos costumes e hábitos são fatores que implicam na atitude de se desenvolver uma educação ambiental eficiente e plena em nossa sociedade, o famoso “jeitinho brasileiro”, leva para o descaso e banalidade de questões que envolvem a qualidade da sobrevivência humana. Temos vários exemplos de outros países que se comportam de forma diferente, respeitando a si, ao próximo e ao meio ambiente que estão inseridos.

Tomem os bons exemplos e sejamos a diferença na empresa, em casa, escola, enfim, na sociedade para que sirvamos como um espelho que reflete boas ações, pensamentos positivos que pode sim mudar para melhor, atitudes coerentes pensando no futuro, levando em consideração que o que fazemos hoje irá refletir no futuro das próximas gerações.

Na esperança de um mundo melhor vamos contribuir para um planeta sustentável devolvendo o que pegamos emprestado dessa criação que nos fornece tudo que precisamos para sobreviver.

Como retirar petróleo da praia com segurança?

28/10/2019 | Herbert Bento

Entres os meses de agosto e novembro de 2019, manchas de óleo atingiram centenas de praias brasileiras. Muitos voluntários estão ajudando na limpeza, mas é importante saber retirar petróleo da praia com segurança. É isso que vamos ver nesse diálogo de saúde e segurança.

Se você mora nas regiões afetadas, ou se conhece pessoas que estão ajudando, ou se simplesmente se importa, então divulgue esse texto do DDS Online para o máximo possível de pessoas.

Na data que esse DDS foi escrito, consta que as manchas de petróleo foram encontradas em mais de 200 pontos, totalizando 77 municípios dos nove estados nordestinos, segundo informações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Infelizmente, apesar da boa vontade de muitas pessoas em ajudar na limpeza, há alguns relatos de intoxicação. Isso ocorre porque o petróleo é extremamente tóxico.

Então, é importante que os voluntários saibam como retirar petróleo da praia com segurança.

Dicas para retirar petróleo da praia com segurança

  • “Uso de máscaras (principalmente no horário do início da tarde, quando é mais quente, pois no contato com sol o óleo libera vapores altamente tóxicos)”
  • Proteger os olhos, preferencialmente com óculos de proteção (na ausência usar óculos escuros ou de grau)
  • “Luvas de PVC (não usar luvas cirúrgicas)
  • Botas (plástico ou outro material impermeável). Não usar tênis, bota de trilha nem ir descalço
  • Usar calças (não usar traje de banho). Se sujar a roupa, ela deve ser descartada
  • Carro de mão para armazenar o material retirado
  • Pás adequadas (de plástico ou inox)
  • Armazenar o material em tambores, bombonas ou tonéis e deixar o material fechado, pois trata-se de material inflamável (não usar saco de lixo de plástico, pois o óleo pode rasgar os sacos). A destinação deve ser definida pelo Ibama e cabe ao município cumprir
  • Ao ver um animal afetado pelo óleo, não o devolva para o mar nem tente fazer procedimento, a não ser uma manobra de emergência para retirar o óleo de vias respiratórias. É importante manter o animal na sombra e hidratado. Procure especialistas, órgãos ambientais ou organizações que podem realizar os procedimentos adequados
  • É complicado retirar o óleo de rochas. Evite subir nestes locais que podem ocasionar quedas. Uma forma de limpar é com jato de água quente, pois é necessário muita força para conseguir extrair o material. Quando o material escoar, use material absorvente, como tecidos ou até biofibras, como fibra de coco que se aderem ao óleo
  • Em situações que o óleo esteja mais fluido, é possível usar materiais absorventes, como tecidos e também fibra de coco.”

A De Martini Ambiental explica que os resíduos do óleo coletado “precisa ter o armazenamento temporário adequado para não gerar novos impactos ambientais”.

Ainda segundo essa fonte: “o certo é armazenar o resíduo em sacos e colocá-los em big-bags, depositados em cima de lonas, acima da linha da maré mais alta.

Fonte:

Fundação SOS Mata Atlântica

Instagram da De Martini Ambiental

Coleta Seletiva: entenda sua importância

27/10/2019 | Herbert Bento

Enfrentamos hoje uma problemática ambiental que afeta a população mundial, é a questão da geração exacerbada do lixo nas grandes cidades e em muitos lugares sem tratamento ou dispostos em ambientes inadequados, como no caso de lixões.

Estima-se que hoje em São Paulo (Região Metropolitana) a geração é de 15 mil toneladas/dia, cada cidadão gera em média de 1 a 1,5kg de lixo por dia, número que vem aumentando por diversos fatores, entre eles:

– Aumento da população mundial;

– Mudança de classe social;

– Marketing;

– Consumerismo;

– Maior consumo de itens de tecnologia (informática e eletrônicos).

Esses resíduos são classificados em orgânicos e inorgânicos. Os resíduos orgânicos como há muito tempo nossas avós faziam, pode ser transformado em adubo, inclusive doméstico para quem tem horta em casa. Os resíduos inorgânicos podem ser encaminhados para a reciclagem.

Uma das soluções propostas para essa problemática é a coleta seletiva, que consiste na separação dos resíduos secos, ou seja, os inorgânicos. Importante: devem estar limpos e secos. Essa iniciativa pode ser desenvolvida em casa, escola e na empresa.

As pessoas devem ser orientadas para separar corretamente os materiais que serão usados na reciclagem, e entender o porquê e para que estão participando dessa iniciativa. Os resultados devem ser compartilhados com todos os envolvidos, colocados em painéis ou sites. As embalagens dos produtos também podem incentivar a reciclagem, possibilitando a melhor imagem da empresa e/ou projeto.

Na maior parte dos programas adotados por empresas vimos a adoção das quatro principais cores, mais utilizadas: Azul papel, Vermelho plástico, Verde vidro e Amarelo alumínio. Mas, essas cores não são aleatórias e devem ser respeitadas.

A resolução CONAMA nº 275/01 em seu artigo 1º estabelece o código de cores para os diferentes tipos de resíduos, a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem como nas campanhas informativas para a coleta seletiva.

Além das quatro principais cores a resolução traz cores para outros tipos de resíduos: Preto madeira, Branco resíduo de serviço de saúde, Marrom orgânico, Laranja resíduos perigosos, Roxo radioativo e Cinza resíduo geral não reciclável ou misturado, ou contaminado não passível de separação.

Após adotar esse programa, implantar e conscientizar a população, é necessário se preocupar com a destinação correta desses resíduos, pois muitos projetos não tem sucesso por falta de atenção a essa etapa. Conheça os pontos de recebimento de sua cidade, que pode ser a prefeitura, ONG´s, associações, cooperativas, atelier e outros que podem existir próximo ao local da geração.

A iniciativa gera um ganho ambiental muito grande, pois reduz o volume de resíduos lançados nos aterros sanitários, evitando a poluição do ar, gera a educação ambiental com a quebra de paradigmas e novos hábitos, evita a possibilidade de multas e ainda há a possibilidade de vender ou trocar esses resíduos com um programa chamado Bolsa de Resíduos, onde os resíduos podem ser vendidos a outras empresas ou trocado, caso seja de interesse comercial para as empresas.

Visto que, há diversas possibilidades de diminuir os impactos ambientais, cabe a sociedade com o poder público tornar essas ações mais efetivas e constantes para diminuir os transtornos que são causados pela geração de resíduos que é inevitável, porém é controlável e com isso ter um equilíbrio ambiental e uma qualidade de vida para todos.

Leia também: Como Montar uma Coleta Seletiva?

O que fazer com o óleo usado

21/10/2019 | Herbert Bento

Quando se está na rua e bate aquela fome, ao redor encontramos diversas tentações como aquela batata-frita, um pastelzinho de feira ou aquele churros de sobremesa, saciamos nossa fome, sem falar da gordura insaturada, mas, o que será que é feito com tanto óleo usado?

Esse insumo é usado por todos, seja doméstico ou industrial, mas a preocupação é: como devemos destinar de forma correta esse resíduo tão contaminante?

Os usos são os mais diversos e lembra da aula de química? Óleo não se mistura com a água. Em casa quando se joga óleo no ralo da cozinha, além de entupir o encanamento e dar o maior prejuízo, quando chega no esgoto, cerca de um litro de óleo contamina 1 milhão de litros de água, causa um impacto ambiental significativo sobre os animais da região e flora.

Quando o esgoto é tratado, esse impacto é menor, porém a estação de tratamento fica com todo o prejuízo, quando o esgoto é lançado in natura, o corpo receptor recebe a degradação desse resíduo.

Mas, o que se deve fazer quando se tem esse insumo presente no dia-a-dia? Temos algumas sugestões.

– Separe o óleo usado (guarde-o em uma embalagem de vidro e depois segregue na própria embalagem pet – para evitar maior contaminação de outras embalagens)

– Doe para fabricação de sabão e outros coprodutos

– Incentive a colaboração de todos em sua casa

– Evite jogar no ralo

A fabricação de sabão a partir do óleo usado evita em partes a contaminação do meio ambiente, gera renda para muitas pessoas que vendem e auxilia na economia doméstica.

Há vários projetos, sindicatos e ong´s que trabalham no recolhimento e co-fabricação de produtos a partir do óleo, colaboram para redução desse resíduo, transformando em um outro produto e ajuda na economia.

Essas ações estão ao alcance de todos e podemos mudar nossos hábitos seja comercial, doméstica ou industrial. Vale o envolvimento das pessoas, o comprometimento em mudar e manter bons hábitos e colaborar para que isso seja em larga escala.

Assim como o óleo, outros resíduos podem e devem ter uma destinação correta e menor impacto no meio ambiente. Faça um levantamento dos tipos de resíduos que são gerados em seu ambiente e dê a ele a melhor destinação.

Não se esqueça que o gerador do resíduo é responsável pela destinação correta dele. A Política Nacional de Resíduos Sólidos Lei 12305, institui que o óleo lubrificante deve se enquadrar na Logística Reversa, mas como a preservação do meio ambiente depende do Poder Público e da coletividade, nós podemos instituir o óleo na logística reversa, fazendo com que depois de usado ele volte a ser um novo produto em sua cadeia.

No campo do direito há o Princípio do Poluidor Pagador: obriga quem polui a pagar pela poluição causada ou que pode ser causada.

Portanto, identificar o resíduo gerado, a segregação, o condicionamento, o transporte e destinação final é responsabilidade legal e devemos assumir esse perfil na sociedade e na empresa.

ISO 14001 e as Boas Práticas Ambientais

22/09/2019 | Herbert Bento

Hoje em dia cada vez mais as empresas preocupam-se em atingir e demonstrar um desempenho ambientalmente correto, controlando o impacto de suas atividades, produtos ou serviços no meio ambiente, considerando sua política e seus objetivos ambientais. Para isso que existe a ISO 14001.

Muitas dessas mudanças vêm acontecendo pelo fato do país apresentar uma legislação cada vez mais exigente em relação a medidas que estimulem a preservação ambiental e a questões relacionadas com o desenvolvimento sustentável.

Nesse contexto surgiram as Normas Internacionais de Gestão Ambiental, que objetivam fornecer os elementos de um sistema de gestão ambiental (SGA) eficaz, ou seja, aquele que é capaz de interagir com os outros sistemas necessários.

Dessa forma, as normas têm a intenção de auxiliar a obtenção dos objetivos ambientais e econômicos da empresa.

Tudo bem, mas ainda está um pouco difícil de compreender corretamente o que seria um SGA e uma Norma Internacional de Gestão Ambiental.

Pois bem, aqui vai a explicação.

Um SGA á uma estrutura desenvolvida para que uma empresa possa efetivamente controlar seus impactos significativos sobre o meio ambiente e melhorar continuamente as operações e negócios.

A Norma Internacional dedicada ao meio ambiente é conhecida por ISO 14001, e nela encontram-se definidos todos os requisitos para estabelecer e operar um SGA.

A norma tem a capacidade de integrar tanto os interesses econômicos quanto os ambientais da empresa prevendo uma metodologia amigável para que um SGA efetivo seja alcançado.

Colocando em prática, o que é capaz de se obter com a utilização da norma é uma gestão de uso e disposição de recursos, ou seja, funciona como um meio de controlar custos, reduzir riscos e melhorar o desempenho da empresa.

E para que o objetivo seja alcançado, todos devem estar comprometidos.

Uma empresa que se comprometa a alcançar todos os objetivos propostos na ISO 14001 deve:

  • Avaliar periodicamente os impactos ambientais visando à preservação ambiental;
  • Ter uma estrutura que consiga realizar e aprimorar os objetivos propostos;
  • Implementar, manter e comunicar a política ambiental a todos os empregados;
  • Promover treinamento para todos os funcionários.

Para isso, deve haver antes de tudo um planejamento levantando todos os aspectos ambientais diretos e indiretos já existentes ou que possam vir a ser gerados na empresa.

É necessário identificar esses aspectos nas condições normais e anormais de operação e priorizar a atuação sobre aqueles que possam gerar mais impactos, para depois resolver os menos graves.

Há um mecanismo de gestão bastante utilizado para se alcançar um bom desempenho em situações desse tipo, conhecido por “ciclo PDCA”.

Ao pé da letra, significa “planejar, desenvolver, checar e agir”.

Mas de que maneira funciona?

O ciclo PDCA engloba todos os passos dentro de um sistema de gestão, para que a qualidade seja alcançada. Visa sempre a melhoria contínua da empresa.

• Planejamento: estabelecer as metas e/ou identificar os problemas e elaborar um plano de ação;

• Desenvolvimento (ou execução): executar as atividades conforme o plano de ação;

• Checagem (ou verificação): monitorar e avaliar periodicamente os processos e resultados confrontando-os com o planejado;

• Ação: agir de acordo com o avaliado, caso necessário determinar novos planos de ação visando sempre à melhoria da qualidade, da eficiência e da eficácia.

Dessa forma, para que um SGA seja estabelecido, deve ser mantido como prioridade pela empresa.

E é importante ressaltar que um plano desses não gera resultados em curto prazo.

São mudanças pelas quais a empresa necessita passar para que os resultados sejam obtidos em longo prazo.

Qualquer coisa que possa afetar o meio ambiente precisa ser controlada, desde empregados realizando tarefas do dia-a-dia, as ferramentas que usam e os serviços de apoio.

Qualquer um que esteja relacionado a trabalhos que envolvam impactos ambientais deve ser treinado.

Fazem parte do treinamento:

• Conscientizar os empregados da importância da conformidade com a política ambiental, procedimentos e requisitos do SGA;

• Conscientizar em relação aos impactos ambientais significativos, reais ou potenciais de suas atividades e dos benefícios ao meio ambiente resultantes da melhoria do seu desempenho pessoal;

• Conscientizar sobre as possíveis consequências do não cumprimento dos procedimentos operacionais especificados.

Lembre-se que adotar a ISO 14001 e implementar um SGA na empresa não garantem por si só ótimos resultados ambientais, por isso é extremamente importante que todos que trabalham na empresa estejam totalmente envolvidos no grande objetivo de alcançar a qualidade.

Preocupe-se em realizar aquilo que lhe foi determinado.

Fazendo sua parte o sistema e o meio ambiente agradecem!

Leia sobre ISO 14001 na Wikipedia.

Ações contra vazamentos de produtos químicos

10/09/2019 | Herbert Bento

É um assunto bastante importante, pois o risco no manuseio e no armazenamento de produtos químicos pode provocar acidentes ambientais, como poluição ambiental nos rios, no solo e assim por diante. Por isso, quando você trabalhar com produtos químicos sempre obedeça às instruções dos fabricantes, presentes no rótulo do produto ou nas fichas de informação de segurança do produto (FISPIQ). Para ter acesso a FISPIQ solicite ao técnico de segurança.

É bom lembrar que os produtos químicos devem ser armazenados em embalagens identificadas com o mesmo nome presente na embalagem. Não use embalagens sem identificação ou com a identificação errada, por exemplo, uma embalagem reaproveitada que esteja com o nome de outro produto químico. Isso acaba provocando confusão e pode acontecer sem querer um acidente ou um vazamento de produtos químicos.

– Ações preventivas e corretivas em caso de vazamento

Ações preventivas são aquelas feitas antes do vazamento para que este seja evitado. Por exemplo, durante o manuseio devem ser evitados respingos ou derrames do produto químico, para que um vazamento seja evitado.

No armazenamento dos produtos químico feito em tanques é importante que o dique de contenção esteja com a válvula de drenagem sempre fechada e só deve ser aberta para drenar água de chuva sendo imediatamente fechada após a drenagem.

Outra ação preventiva é sempre que as atividades envolvam o manuseio de produtos químicos sejam realizadas em áreas pavimentadas e impermeabilizadas e sempre longe de canaletas pluviais. Canaletas pluviais são aquelas que recebem água de chuva e são direcionadas não para uma estação de tratamento, mas sim para um rio, o mar, um corpo receptor. Ou seja, deve-se sempre trabalhar em áreas que estejam distantes ou que impeçam a contaminação da canaleta pluvial ou de um corpo receptor (rio, mar).

Caso isso não seja possível utilize bandejas ou recipientes para coletar possíveis vazamentos de produtos.

Outra forma de trabalhar é depois que acontece o vazamento, chamada de ação corretiva. Caso já tenha ocorrido o vazamento no manuseio do produto químico ou no armazenamento, deve ser providenciada imediatamente a contenção desse produto químico que foi vazado. Isso pode ser feito com a utilização de absorventes específicos, vendidos comercialmente no mercado, ou utilizando areia, terra, algo que segure o produto químico e evite que fuja ao controle e caia em um bueiro, ou uma canaleta pluvial, e assim por diante.

Depois de o vazamento ter sido contido com o absorvente, deve ser imediatamente removido do solo e colocado em um armazenamento temporário para disposição final adequada de acordo com os especialistas da sua empresa. Converse com a área de segurança e meio ambiente para saber de que forma eles realizam esse trabalho.

Vazamentos que acontecem próximos de canaletas fluviais e acabam contaminando-a devem ser comunicados imediatamente ao supervisor da área na qual você trabalha e para a área de segurança e meio ambiente da empresa, para que eles possam realizar as ações do plano de emergência da esmpresa.

Fundado em novembro de 2008, o DDS Online contribui para a área de Segurança e Saúde Ocupacional através da divulgação de temas para DDS e cursos online.

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