A malária é uma doença infecciosa, típica de países tropicais e subtropicais.

É uma doença muito comum na África e nas Américas e também é conhecida como sezão, paludismo, maleita.

No Brasil, 98% dos casos de malária estão na Amazônia.

É transmitida pela picada de um mosquito, muito semelhante ao pernilongo comum. O mosquito não tem a doença, porém passa a transmiti-la a partir do momento em que pica alguém que sofra de malária. Ele age principalmente no final de tarde e à noite.

Após ter entrado na circulação sanguínea, o parasita demora cerca de 30 minutos até chegar ao fígado e começa a se multiplicar dentro das células, até que elas estejam cheias de parasitas e arrebentem.

Então, os parasitas se espalham pelo corpo através do sangue, invadem os glóbulos vermelhos, onde voltam a se reproduzir até que eles rompam também.

Além da picada de mosquito (as fêmeas do gênero Anofeles), a malária pode ser transmitida através de transfusão de sangue de alguém que esteja contaminado, também pode ser transmitida através da placenta para o feto, através de seringas infectadas.

Sintomas da malária

Os principais sintomas da malária são febre alta e constante, muitos calafrios seguidos de calor intenso e suor excessivo, náuseas, hemorragias, dores de cabeça e nas articulações, vômito, anemia, perda de apetite, pele amarelada, fadiga e até mesmo convulsões.

A pessoa infectada pode levar de 7 a 28 dias, a partir do momento da picada ou da transmissão do parasita, até começarem a surgir os primeiros sintomas. Dependendo do tipo da malária, os sintomas se repetem a cada dois ou três dias.

Problemas no desenvolvimento de crianças tem sido reparados nas que sofrem ou sofreram de malária séria. Nos casos mais graves, a fatalidade da doença chega a ultrapassar os 20%, mesmo sendo tratados com cuidados intensivos.

Vacinas contra malária

Ainda não existe vacina preventiva para a malária, porém se não for tratada, pode levar à morte nos casos mais sérios. Existe um medicamento indicado pelo Ministério da Saúde para o tratamento padrão da doença.

Tal medicamento apresenta baixa rejeição e não tem efeitos colaterais. Se não começar a se tratar logo, a pessoa pode ter problemas hepáticos, respiratórios, cardiovasculares, cerebrais e gástricos. Com tratamento adequado, a pessoa pode se recuperar totalmente da doença.

Prevenção e tratamento

As formas de prevenção da malária são poucas e bem específicas: prevenção à picada do mosquito e a tentativa de diminuir ao máximo o número de mosquitos que podem veicular a doença.

O tratamento das pessoas que apresentam a doença o mais rápido possível também é uma forma de prevenir que novos casos surjam.
Seguem algumas recomendações:

• Caso esteja em zonas que tenham incidências de casos de malária, se proteja! Use repelentes, roupas de manga comprida, tente evitar ao máximo ser picado por mosquitos;

• Evite banhar-se em águas paradas no amanhecer e no anoitecer, pois estas horas são os momentos mais propícios para os ataques de mosquitos;

• Caso viaje para estas localidades onde é favorável o aparecimento da doença, procure um médico para se informar sobre as medicações adequadas;

• Não tome medicação por conta própria e mesmo fazendo a prevenção se ter febre, consulte logo um médico.


Herbert Bento
Herbert Bento

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