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Checklist do cabo de aço

01/04/2021 | Herbert Bento

No DDS de hoje vamos falar do checklist do cabo de aço, ou seja, que itens precisam ser verificados.

Mover, içar ou empilhar são atividades típicas da movimentação de cargas e para sua execução existem vários equipamentos disponíveis, cada qual projetado com especificações necessárias para a operação.

Além dos equipamentos, não podemos esquecer dos seus acessórios, como garras, cabos de aço, polias etc.

Os acessórios são tão importantes quanto os equipamentos.

Por isso decidimos apresentar esse checklist do cabo de aço, que, com certeza, é um dos acessórios dos mais relevantes.

Cabos de aço são elementos constituídos por um conjunto de aço torcido, tendo como características a resistência e a flexibilidade, projetados para suportar grandes forças de tração das cargas.

São amplamente usados como acessórios para elevação de cargas para equipamentos como elevadores e pontes rolantes.

Cabos de aço são resistentes e flexíveis e são constituídos de uma parte interna e outra externa.

Na parte interna temos a chamada alma.

A parte externa são as pernas.

As pernas por sua fez são formadas por vários arames.

Então, memorize essas palavras na seguinte ordem, de dentro para fora: 

alma -> perna -> arames

Agora veja a ilustração abaixo

9 itens de checklist do cabo de aço

(dica: clique sobre a imagem com o botão direito do mouse para salvar no seu computador e compartilhe a vontade)

checklist do cabo de açoItens de verificações da integridade dos cabos de aço

Os itens de verificação da integridade dos cabos de aço são:

  1. gaiola de passarinho
  2. arames rompidos
  3. corrosão
  4. emendas danificadas
  5. areas afetados por calor (pingos de solda, etc)
  6. torções (perna de cachorroo)
  7. arames esmagados e danificados
  8. abrasão e colapso do núcleo
  9. alma saltada

Outros posts do mesmo autor no Blog da Escola da Prevenção:

Documentos de segurança do trabalho

Normas Regulamentadoras Atualizadas

Diferença entre GRO e PGR

Novo Modelo de PPP

Guindastes: inspeção de segurança

23/03/2021 | Herbert Bento

No DDS de hoje vamos tratar dos guindastes.

Sabemos que movimentação de materiais é uma das atividades que mais exigem atenção por parte dos trabalhadores.

É por isso que existe uma Norma Regulamentadora para tratar deste tema, a NR-11. 

Em se tratando de movimentação de materiais, é muito importante o uso de checklists e também a inspeção diária dos equipamentos.

Isso deve ser feito pelo operador de cada equipamento, como os operadores de guindastes.

Nesse DDS vamos ver a

Lista de inspeção para operação segura de guindastes

A lista não tem a pretensão de ser completa, mas apenas de servir como ponto de partida.

Vou te passar esse conteúdo em imagem e texto.

Confira a imagem abaixo e logo depois o texto: 

SOCIAL%20MEDIA%20 %20GUINDASTES

A imagem acima você pode salvar e compartilhar a vontade. 

Ou , se preferir, leia o texto abaixo:

Lista de inspeção para guindastes:

1. Mecanismos de controle e direção
2. linhas pressurizadas (ar e hidráulicas)
3 . sistema hidráulico
4. ganchos e travas
5. enrolamento do cabo de aço
6. estado do cabo de aço
7. parte elétrica
8.. pneus
9. condições do solo ao redor do guindaste
10. nivelamento
11. janelas da cabine

Para consultar a NR-11, use o site da ENIT

Leia outros DDS em nosso site:

(DDS sobre FISPQ) Você usa Bombril?

(DDS sobre FISPQ) Você usa Bombril?

05/01/2021 | Herbert Bento

A NR-26 atende pelo nome “Sinalização de Segurança”. Está contido nesse assunto a famosa FISPQ, sigla para “Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico”.

Trata-se de um documento que todo produto químico deve ter

Como Profissional SST você precisa conhecer pois descobrirá informações importantes.

Duvida❓

👀 Vejamos…

Você sabia que os produtos de limpeza que tem na sua casa possuem FISPQ?

O detergente que usamos aqui em casa é o Limpol, da marca Bombril.

Então fui no Google e digitei “detergente limpol fispq pdf”

➡️ Nos resultados da busca, depois dos anúncios, já aparece o link para o PDF deste produto.

Na seção “2 – IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS” temos

“Lesões oculares graves/ Irritação ocular…”

Na seção “4 – MEDIDAS DE PRIMEIROS-SOCORROS“ temos:

“Enxaguar os olhos com água em abundância à temperatura ambiente pelo menos durante 15 minutos. Evitar que o afetado esfregue ou feche os olhos.
No caso de afetado usar lentes de contato, estas devem ser retiradas sempre que não estiverem coladas aos olhos pois, de outro modo poderia produzir um dano adicional. Em todos os casos, depois da lavagem, deve-se consultar um médico.”

Você conhecia a FISPQ?

Então, se descobriu algo interessante sobre o detergente líquido da sua casa, imagina o que pode descobrir lendo a FISPQ dos produtos químicos usados na empresa onde presta serviço?📃

Pense nisso❗

Vamos começar 2021 com o pé direito?

Com a nova norma GRO, as análises de acidentes passam a ser obrigatórias.

É mais um oportunidade de serviço para o Profissional SST.

Aproveite então, porque essa semana, até 07/01, na compra do Pendrive Especialista GRO/PGR você vai ganhar GRÁTIS outro curso, de Análise de Acidentes de Trabalho.

Conheça o Pendrive Especialista GRO/PGR

Veja também este outro DDS sobre FISPQ

FISPQ: para que serve?

Segurança em tratores

13/11/2020 | Herbert Bento

Quando pensamos em segurança na operação de tratores, vem na nossa mente a NR-31 porque essas máquinas tem amplo uso no meio rural.

Mas não podemos nos esquecer da NR-12, pois os tratores se enquadram como máquinas autopropelidas.

Tanto que a NR 12 dedica um anexo inteiro para essas máquinas:

“Anexo XI – MÁQUINAS E IMPLEMENTOS PARA USO AGRÍCOLA E FLORESTAL”

ACIDENTES TRATORES

Lembro que este anexo é do tipo 2 segundo a portaria 787, ou seja:

“II. Anexo Tipo 2, considerando o seu campo de aplicação, sobrepõe-se à parte geral de NR.”

Então, qualquer conflito entre o anexo e a parte geral da norma, vai prevalecer o que está escrito no anexo.

São cerca de 15 páginas onde os requisitos de segurança são especificados.

Exemplos:

“5. As máquinas cujo acionamento por pessoas não autorizadas possam oferecer risco à saúde ou integridade física de qualquer pessoa devem possuir sistema ou, no caso de máquinas autopropelidas, chave de ignição, para o bloqueio de seus dispositivos de acionamento.”

“6.7 O eixo cardã deve possuir proteção adequada, em perfeito estado de conservação em toda a sua extensão, fixada na tomada de força da máquina desde a cruzeta até o acoplamento do implemento ou equipamento.”

“9. As máquinas autopropelidas devem possuir Estrutura de Proteção na Capotagem – EPC e cinto de segurança, …”

Os requisitos de segurança destas máquinas visam evitar os acidentes que podem ocorrer.

Como os que foram ilustrados na imagem que acompanha esse post.

Vale a pena dar uma olhada também no glossário da NR-12, que traz a definição e desenhos de tipos de tratores e seus implementos.

Gostou deste Conteúdo SST?

Quer mais conteúdo para profissionais SST?

Então confira os links abaixo:

Isenção de PGRTR, Existe isso?

Declaração de inexistência de riscos

Documentos de segurança do trabalho obrigatórios

Home-office (teletrabalho)

21/10/2020 | Herbert Bento

Será que a empresa precisa se responsabilizar pela segurança do trabalhador em home-office?

O home-office passou a ser uma modalidade de trabalho depois da reforma trabalhista do final de 2017, na qual é chamado de teletrabalho.

Apesar dessa possibilidade, essa ainda era uma tendência que crescia de forma lenta.

Mas com a pandemia do Covid-19 no ano de 2020, muitos profissionais passaram a trabalhar nessa modalidade.

Então, precisamos nos adaptar ao “novo normal”.

Por isso, nesse DDS discutiremos como a saúde e segurança no trabalho se relaciona com o teletrabalho.

Mas antes, apenas um lembrete:

Se você é técnico, tecnólogo ou engenheiro de segurança do trabalho, e quer ficar por dentro de tudo que acontece na área, entre para o meu grupo silenciado Conteúdo SST.

Nesse grupo eu posto puro “Contéudo SST”, sempre de segunda a sexta.

POR QUE AS EMPRESAS OPTAM PELO HOME-OFFICE?

O home-office traz diversas vantagens para o empregador e também para o empregado e é justamente por essas vantagens que tem se tornado um modelo tão atraente.

Para o trabalhador, os principais benefícios são:

  • não precisar se deslocar,
  • melhor qualidade de vida e
  • flexibilidade de horário.

Já para o empregador, permitir que os seus colaboradores trabalhem de casa resulta em redução de gastos com escritório (como aluguel, mobiliário e energia).

Contudo, algo que pode pegar alguns de surpresa é que o empregador ainda tem responsabilidade pelos seus colaboradores.

Mesmo que estejam trabalhando fora do ambiente de trabalho convencional.

OS RISCOS DE ACIDENTES DE TRABALHO NO HOME-OFFICE

Quando pensamos sobre como as casas das pessoas são diferentes, já temos uma prévia da diversidade de riscos que os indivíduos devem se atentar.

Alguns têm o privilégio de contar com um escritório equipado e confortável, mas essa não é a realidade de todos.

Muitas pessoas estão trabalhando em suas mesas de jantar que nem sempre têm a ergonomia adequada.

E ergonomia é uma palavra-chave para esse vídeo.

Uma vez que esse é um dos principais riscos para quem está trabalhando em locais inadequados.

Mas afinal, quais são esses riscos?

O que o trabalhador experiência ao trabalhar em casa?

Risco 1 – Desrespeito aos próprios limites

Ao trabalhar em casa é fácil “perder a mão” e trabalhar muito mais.

E como estamos no conforto dos nossos lares, não prestamos tanta atenção no horário.

Mas o problema começa quando passamos a não mais ter momentos de descansos tão necessários.

Altos níveis de estresse são sim causas de doenças ocupacionais como ansiedade, depressão e até mesmo L.E.R. ou seja, lesão por esforços repetitivos

Risco 2 – Não usar equipamentos ergonômicos

Trabalhar em casa não é fácil para quem não tem a infraestrutura adequada.

Logo aparecem as dores nas costas, nas mãos, no pescoço…

Até mesmo problemas com dor de cabeça e incômodo nos olhos os indivíduos podem vivenciar por conta da iluminação inadequada do ambiente.

Esses são dois dos principais riscos que podem sem encontrados no ambiente de trabalho doméstico.

E QUAIS SÃO AS OBRIGAÇÕES DAS EMPRESAS?

Bem, a primeira coisa que deve ficar clara nessa relação é como ela irá funcionar.

Sendo assim, ao contratar um trabalhador para a modalidade de trabalho remoto é importante celebrar um contrato individual de trabalho no qual os termos dessa relação estão bem definidos.

Algumas das responsabilidades são:

  • Determinar a responsabilidade pela aquisição, manutenção e fornecimento dos equipamentos de infraestrutura e tecnologia para o teletrabalho

Entra na infraestrutura básica todos os equipamentos ergonômicos que seriam disponibilizados no ambiente de trabalho convencional.

Os apoios de pés, mouse pad e teclado com apoio são alguns exemplos.

Isso ainda pode ser justificado de acordo com a NR 17 (que é a norma regulamentadora que trata de ergonomia) que determina que o empregador realize a análise ergonômica do ambiente de trabalho.

  • Agora os encontros sobre saúde e segurança do trabalho vão para as reuniões do Zoom.

Ainda é de responsabilidade do empregador instruir o trabalhador a respeito dos riscos do seu trabalho e as maneiras de precaver-se contra o desenvolvimento de uma doença ocupacional.

A fiscalização do cumprimento dessas medidas de segurança fica bastante limitada, contudo, resta ao empregador instruir e cobrar o comprometimento dos colaboradores sempre que oportuno.

  • Em caso de acidente a discussão fica um pouco mais complicada: é preciso identificar se ele tem relação direta com a prestação de serviço.

Acidentes podem acontecem em qualquer lugar.

É por isso que a principal premissa na segurança do trabalho é a prevenção.

No ambiente doméstico, o funcionário pode se acidentar ao realizar as suas tarefas domésticas como cozinhar, limpar a casa ou ainda tirar as folhas secas da calha.

Nesses casos, a empresa não é responsabilizada, afinal de contas, o acidente não teve nenhuma relação com as atividades do indivíduo.

Uma situação na qual o empregador precisará se responsabilizar é no caso de lesão se não utilizar os equipamentos ergométricos adequados, por exemplo.

Por isso também é muito importante controlar de perto a jornada de trabalho dos colaboradores, a fim de melhor identificar quando a responsabilidade deve cair sobre a empresa.

 A PREVENÇÃO É O ÚNICO CAMINHO

Nós profissionais de segurança do trabalho defendemos que a única forma de proteger o funcionário é através da prevenção.

Identificar, analisar e implementar medidas que eliminem ou diminuam os riscos é a única forma que encontramos, até hoje, de prevenir de forma efetiva.

Gostou desse DDS?

Veja também:

Ergonomia na construção civil?

Vídeo bônus

Síndrome do edifício doente: risco biológico e ar condicionado

08/10/2020 | Herbert Bento

Já imaginou pegar uma doença por conta do sistema de ar-condicionado de um prédio? Para evitar isso, preparamos esse DDS sobre síndrome do edifício doente.

Ficar seriamente doente por causa do ar condicionado de um prédio parece uma situação quase impossível, não é?

Mas por conta da pandemia do Covid-19 esse assunto voltou a ser relevante e é sobre isso que iremos falar no DDS de hoje.

Vamos começar contando a história que aconteceu com o Dias Toffoli, que é Ministro do Supremo Tribunal Federal.

Recentemente, o ministro foi internado com suspeita de coronavírus, contudo, o diagnóstico foi de “pneumonite por hipersensibilidade”.

Essa condição é uma espécie de reação alérgica a partículas no ambiente.

Os médicos do ministro recomendaram que o STF fizesse uma avaliação do sistema do ar-condicionado do prédio do tribunal, pois a hipersensibilidade pode ter sido causada por fungos, ácaros ou bactérias no sistema de resfriamento.

Esse caso é um verdadeiro alerta para os perigos que a síndrome do edifício doente pode causar nos trabalhadores.

Síndrome do edifício doente – legislação

E o que a legislação brasileira diz sobre isso e como evitar que essa situação aconteça em outros locais?

OBS: quem gosta de conteúdo relacionado a área de SST, pode entrar no grupo silenciado Conteúdo SST que eu mesmo administro. Lá só eu posto puro conteúdo SST, de segunda a sexta. Como o grupo é silenciado não tem perturbação. Para entrar no grupo use o link escoladaprevencao.com/grupo

Voltando….o que a legislação brasileira diz sobre esse tema?

A Síndrome do Edifício Doente ganhou notoriedade após a morte de 34 pessoas e 182 contágios pela bactéria Legionella pneumophila.

Essas pessoas foram contaminadas pelo ar interno de um hotel na Filadélfia, nos EUA, através do sistema de ar-condicionado.

Refrigeração é algo bastante importante, especialmente no Brasil, contudo, também pode ser uma verdadeira arma em ambientes de trabalho, caso a manutenção não seja realizada de maneira correta.

Isso porque, um sistema de ar-condicionado que não é devidamente limpo é o ambiente perfeito para a proliferação de micro-organismos, como bactérias ou fungos.

Além dos micro-organismos, existem outros perigos.

Reservatórios de água, torres de resfriamento, serpentinas de ar-condicionado, infiltrações, vazamentos, etc.

Todos esses são exemplos de possíveis focos de agentes biológicos.

Também é importante restringir o acesso e controlar a população de animais como roedores, pássaros, morcegos, etc.

Todos eles são possíveis fontes de contaminação que podem, rapidamente, se espalhar por todo o prédio.

Prédios modernos terminam por ser muito mais  fechados, isso otimiza o gasto de energia com climatização, mas por outro lado, limita a troca do ar.

Sendo assim, para fornecer um ambiente de trabalho saudável para os colaboradores, é importante verificar se essas condições estão condizentes com o que determina a legislação.

Caso contrário, pode ser necessário implementar medidas pessoais ou coletivas para minimizar o risco.

Com tudo isso em mente, o que diz a legislação sobre os cuidados para evitar a “condição” do edifício doente.

Vou começar falando sobre uma das leis mais recentes e que afeta a grande maioria dos prédios.

Lei 13.589 de 2018

Trata sobre os Planos de Manutenção, Operação e Controle de ar-condicionado.

Portaria 3.523/1998 do Ministério da Saúde

Cria exigências quanto:

  • O número de ocupantes em ambientes refrigerados;
  • A carga térmica de cada equipamento;
  • As atividades que podem ser desempenhadas nesses espaços; e
  • Frequência de manutenção.

A ABNT também preparou diversas normativas sobre a temática do ar-condicionado dividida em 3 partes.

ABNT NBR 16401

A NBR 16401-1 que fala sobre a instalação dos sistemas de refrigeração, a parte 2 que fala sobre os parâmetros de conforto térmico e a parte 3 que é mais relevante para o assunto que estamos tratando que fala sobre qualidade do ar interior.

Essa legislação é especialmente relevante quando na fase de projeto dos ambientes onde o sistema de refrigeração será instalado.

Já para limpeza dos sistemas de condicionamento de ar e ventilação, temos a NBR 14679 de 2012 que traz os requisitos gerais para a confecção dos laudos que atestam o estado do sistema de refrigeração como também as exigências para empresas que fornecem esse serviço.

De forma similar a NBR 7256 trata dos requisitos mínimos para o tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde, onde, as exigências são mais rígidas.

Sintomas

A síndrome do edifício doente pode causar uma série de sintomas em seus frequentadores como:

  • Dor de cabeça;
  • Fadiga;
  • Problemas de pele;
  • Irritação das vias aéreas;
  • Doenças respiratórios;
  • Vertigem;
  • Alergias diversas;
  • Infecções; dentre outros.

Para evitar que isso aconteça, é possível tomar uma série de atitudes. Por exemplo:

  • Manter o ambiente sempre limpo;
  • Fazer o controle da presença de compostos orgânicos voláteis dentro dos ambientes;
  • Utilizar produtos de limpeza biodegradáveis registrados no Ministério da Saúde;
  • Contar com um sistema de renovação de ar conforme as normas da ABNT que falamos antes;
  • Evitar acumular papéis como revistas, jornais etc.;
  • Evitar o uso de tapetes e carpetes.

Independente do ramo de atuação da empresa, somente ao seguir à risca as determinações das legislações que comentamos nesse vídeo, pode-se ter certeza de uma qualidade do ar segura para todos os trabalhadores!

Gostou do DDS de hoje?

Veja também:

Riscos químicos e biológicos no ambiente hospitalar, como se manter seguro?

Vídeo bônus

Fundado em novembro de 2008, o DDS Online contribui para a área de Segurança e Saúde Ocupacional através da divulgação de temas para DDS e cursos online.

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