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Como evitar acidentes com a panela de pressão

02/01/2020 | Herbert Bento

Bom dia turma! No DDS de hoje vamos falar sobre os riscos da panela de pressão.

Muitas pessoas tem medo da panela de pressão e, com certeza, esse é um medo que tem fundamento. Uma panela de pressão quando “explode” pode causar sérios danos, tanto materiais, quanto sobre a saúde humana, ou mesmo a morte em alguns casos mais graves.

Por outro lado, é difícil conviver sem esse artefato tão útil para cozinhar alimentos, os mais diversos. Então, o que podemos fazer para evitar os riscos da panela de pressão? Vejamos algumas regras básicas.

O primeiro cuidado começa na compra do equipamento. Apenas compre panelas de pressão que possuam o selo do Inmetro. Peça sempre a nota fiscal, pois ela é sua garantia de troca em casos de defeito. E nunca adquira uma panela de pressão no comércio ambulante, comumente chamados de camelôs.

O próximo cuidado é procurar saber qual a capacidade da panela de pressão, ou seja, quantos litros ela comporta. Essa informação você encontra no manual do fabricante. Uma panela de pressão cheia demais pode entupir a válvula de segurança, o que é muito perigoso.

Observe a representação esquemática de uma panela de pressão logo abaixo:

Panela de pressão

Além dos cuidados na hora da compra, precisamos ter também os seguintes cuidados durante a sua utilização.

1. a válvula com pino foi feita para liberar vapor, logo, se durante a operação da panela a válvula parar de soltar vapor e fazer aquele chiado característico, pode indicar que ela foi obstruída. Nesse caso, desligue o fogo imediatamente. Em seguida, com o auxílio de um garfo ou colher, faça um movimento para cima com a válvula para que o vapor dentro da panela escape.

2. caso a panela apresente liberação de vapor pela área circular onde fica localizada a borracha, significa que é borracha está danificada e precisa ser substituída.

3. quando a panela começar a soltar vapor, você pode diminuir o fogo, pois se a água no seu interior já está fervendo, o fogo alto não vai mais alterar a temperatura do seu interior (propriedade física: um líquido em ebulição não varia sua temperatura durante a transição de fases)

4. nunca abra uma panela sem que toda a pressão tenha caído.

Finalmente, após usar sua panela de pressão, lave todas as partes muito bem lavadas e guarde-as.

Dica: Caso você tenha uma panela de pressão velha e não deseja mais utilizá-la, não jogue-a fora. Como os fundos das panelas de pressão são grossos, elas pode se transformar em ótimas panelas para doces. Existem algumas lojas especializadas que transformam sua panela de pressão em uma panela comum.

Alimentação adequada, qualidade de vida e produtividade no ambiente de trabalho

16/10/2019 | Herbert Bento

A intervenção nutricional, dentro do enfoque da qualidade de vida, tem como objetivo a prevenção de doenças, proteção e promoção de uma vida mais saudável e da sensação de bem-estar geral de um indivíduo.

Visto que, saúde não é ausência de enfermidade (Conforme definição da OMS – Organização Mundial da Saúde – em 1961), saúde é o completo bem-estar físico, mental e emocional em harmonia com a própria cultura, faixa etária e meio ambiente, houve uma revalorização do conhecimento da composição química dos alimentos, contando com recursos tecnológicos mais avançados, permitindo um nível de detalhamento maior.

Dentro de uma organização, encontram-se diversos tipos de níveis sociais, culturais, opção de alimentação, turnos de trabalho e ritmos, com isso, é possível determinar o estilo de vida de cada colaborador e a interferência que isso vai causar em sua produtividade e qualidade de vida no ambiente de trabalho.

O conjunto de nutrientes que contém nos alimentos, nos serve como combustível para que o organismo tenha seu funcionamento perfeito. A alimentação correta se faz necessário a todos os trabalhadores, independente do porte físico, da atividade que vai desenvolver, do tempo, do organismo, para todos é necessário, porém, há suas particularidades, o importante é não ficar em jejum.

O jejum ou jejum prolongado é muito prejudicial a qualquer pessoa, pois causa fraqueza no organismo (provocando desmaios), lentidão de raciocínio (diminuição da atenção, podendo ocasionar acidentes no trabalho), atacar úlceras (provocando mau humor), o estômago trabalha usando o suco gástrico e aumentando ou gerando dores no estômago (gastrites e úlceras).

No campo de trabalho essa questão é muito relevante, pois compromete em muito o desenvolvimento (a produtividade) da empresa. Se a empresa não possuiu restaurante com nutricionista, pode desenvolver programas de orientação para uma Educação Alimentar de acordo com cada caso, cada necessidade de grupos de faixa etária e diagnósticos.

Os casos mais críticos são obesos, sedentários e falta de educação alimentar por diversos fatores, como:

– Excesso de trabalho

– Se alimentar em horário inadequado

– Pular refeições

– Comer grande quantidade em uma única refeição

– Não seguir dietas recomendadas

– Não suprir as necessidades nutricionais

Casos especiais podem ser citados como na área da construção civil, onde os operários iniciam muito cedo a jornada laboral, sem intervalos e um período longo de jejum, no horário de almoço ingerem uma quantidade grande de alimento em pouco tempo, ou seja, comem muito rápido e um volume grande de alimento.

Após esse período o cérebro recebe a mensagem de saciedade e bem-estar, o corpo relaxa de tal maneira a deixar o ritmo mais lento e com a atenção diminuída no ambiente de trabalho que tem tantos riscos, os acidentes e doenças são muito mais propensos de acontecerem.

O ideal é se alimentar em um período de duas a três horas, alimentos balanceados, pequenas porções, se adequar a uma dieta, ingerir muita água, frutas e legumes, comer na hora certa, ter harmonia e seguir a pirâmide de alimentos.

A Pirâmide de Alimentos foi publicada em 1992 pelo Departamento de Agricultura e pelos Departamentos de Saúde e Serviços Humanos dos EUA. Ela é uma ferramenta visual simples e modeladora da dieta do público em geral.

Consiste em grandes porções de carboidratos – que fornecem energia, frutas e vegetais – que contém fibras e vitaminas, laticínios e carnes que provê proteínas e por último nessa escala hierárquica as gorduras em menor proporção.

Siga este modelo de dieta e tenha funcionários mais dispostos, menos sedentários, com menos afastamentos por motivos de saúde e maior produtividade e risco de acidentes.

Alimentos para obtenção e manutenção da sua saúde neste verão

01/10/2019 | Herbert Bento

No verão o hábito de beber líquidos deve ser estimulado pois neste período ficamos mais expostos a altas temperaturas e consequentemente há uma probabilidade maior de desidratação, ressecamento da pele entre outros sintomas.

A água é o meio mais eficaz de mantermos nosso corpo hidratado, através deste líquido insubstituível podemos nos manter saudáveis neste período.

Mas para nossa felicidade moramos em um país tropical e devido a isto temos uma quantidade e variedade de alimentos o ano inteiro com preços acessíveis e se forem adquiridos em épocas de suas colheitas o preço fica mais convidativo, pois não estarão vindo de outros lugares, o que acaba encarecendo o produto final.

O que ingerir então?

No seu almoço ou no sua janta procure comer carnes leves, por exemplo, carnes brancas principalmente o peixe- prefira as grelhadas ou assadas do que as frituras- acompanhe com uma salada de folhas verdes, cenoura crua ralada e tomate.

Alimentos bons para consumir no verão

Beba suco de melão, abacaxi ou qualquer outra fruta que preferir, é melhor do que refrigerantes ou bebidas industrializadas.

Os benefícios que os sucos nos fornecem são quase que de imediatos absorvidos pelo nosso sangue, por isso use e abuse desta bebida neste calor.

Para terminar bem esta refeição escolha para sobremesa uma fatia de melancia ou gelatina, ambas vão lhe satisfazer aquela vontade de comer algo doce após a refeição.

Quando você se expõe ao sol com certeza não esquece de proteger sua pele com protetor solar e o mesmo deve ocorrer com sua alimentação, isto é, através dela você protege seu organismo dos radicais livres, um de seus malefícios é o envelhecimento precoce.

Por isso é indicado a ingestão diária de alimentos antioxidantes (frutas, legumes , peixes e chá verde).

Inclua também nas suas opções o arroz integral e cereais.

Nos intervalos das refeições principais não se intimide em comer frutas e sucos variados.

Na praia aproveite para tomar também água de coco e cuidado com os sanduíches naturais, veja a procedência.

O ideal era você prepará-los em casa com pão integral, folhas verdes, rodelas de tomate e fatia de queijo branco.

Mas se não for possível compre apenas de pessoas ou em locais que tenha a certeza que a higiene está presente no preparo dos produtos a serem vendidos.

Como disse acima, nesta estação do ano nosso corpo devido ao calor perde mais líquido e sais minerais, por isso a ingestão de água deve ser maior e evitar o consumo de gorduras, frituras e alimentos com muitos condimentos.

Neste período pense: quanto mais leve for a sua alimentação mais saudável seu corpo permanecerá.

Com uma alimentação leve e balanceada, isto é, ingerindo mais frutas, escolhendo um prato bem colorido e preferindo beber mais sucos do que bebidas artificiais e se não der para resistir ao sorvete então escolha os que são feitos com iogurte ou os picolés de frutas, estes são menos gordurosos.

Seguindo com certeza as dicas aqui contidas o verão será mais suave para seu corpo.

E não se prenda aos alimentos aqui citados apenas para exemplificar, tenha em mente que a constância deve ser frutas, legumes, verduras, alimentos integrais, carnes magras, queijos brancos, enfim, o que razão lhe mostrar que seja menos gorduroso com certeza será o melhor alimento.

Agrotóxicos: entenda como ocorrem as intoxicações

09/03/2019 | Herbert Bento

Agrotóxicos são produtos químicos que são utilizados pelos agricultores para combater pragas em suas plantações. P

esticidas, biocidas, praguicidas, defensivos agrícolas e agroquímicos são outros nomes dados aos agrotóxicos.

O número de casos relatados de intoxicações e envenenamentos no Brasil e no mundo vem aumentando nos últimos anos.

Isso se deve ao fato de que o uso abusivo dessas substâncias químicas tem se tornado cada vez mais frequente, acompanhadas da falta de cuidados e preocupações com relação ao uso dessas mesmas substâncias, deixando as pessoas cada vez mais expostas a problemas de saúde.

E como esses alimentos são distribuídos para todo o país, e em alguns casos para todo o mundo, acaba ocorrendo uma infecção generalizada.

Há de se dizer que os casos de intoxicação ainda são subnotificados (não se tem conhecimento de todos os casos que realmente acontecem).

Os agrotóxicos são utilizados na agricultura para controlar insetos, fungos, ácaros e ervas daninhas.

Pode se intoxicar através da ingestão, aspiração, introdução acidental ou não no organismo, contato direto através da aplicação, ou no contato indireto através da contaminação da água ou de algum alimento ingerido.

As intoxicações podem ser dividas em dois grupos de acordo com o tempo de ocorrência: intoxicações agudas (até 24 horas do acidente), intoxicações sub-agudas (os primeiros dias depois do acidente), intoxicações sub-crônicas (até um mês depois do acidente) e intoxicações crônicas.

Os efeitos são divididos de maneiras parecidas: efeitos agudas (efeitos sentidos logo após o contato) e efeitos crônicos (efeito sentidos semanas ou até mesmo anos após o contato).

Os sintomas das intoxicações agudas são: náuseas, vômitos, sudorese e salivação excessiva, diarreia, desorientação, dificuldade respiratória e podendo chegar até coma e morte.

Os sintomas da intoxicação crônica são: distúrbios comportamentais como ansiedade, irritabilidade, depressão, dores de cabeça, alteração do sono e da atenção, cansaço e formigamentos pelo corpo.

Algumas medidas podem ser tomadas visando a prevenção de acidentes com agrotóxicos:

o Comprar agrotóxico somente com a presença de receita agronômica;

o Ler e seguir rigorosamente as recomendações do rótulo;

o Não fumar, beber ou comer enquanto estiver manuseando agrotóxicos;

o Lavar as roupas de trabalho e equipamentos de uso diário após o trabalho;

o Após o trabalho, tomar banho com água corrente e sabão;

o Não carregar nem armazenar agrotóxicos junto com alimentos;

o Não utilizar utensílios domésticos na mistura de agrotóxicos;

o Crianças, gestantes e mulheres que estão amamentando não podem ter contato com agrotóxicos;

o Sempre utilizar equipamento protetor ao manusear agrotóxicos: máscara, óculos, luvas, chapéu, botas, avental, camisa de manga comprida e calça comprida.

Anemia: dieta balanceada é o segredo para evitar

28/01/2019 | Herbert Bento

A anemia pode ser definida como uma doença que afeta a produção de hemoglobina, fazendo com que diminua sua quantidade no sangue.

A hemoglobina é que da a cor vermelha aos glóbulos vermelhos (uma das substâncias que compõem o sangue) e sua função é de extrema importância: transportar o oxigênio dos pulmões para o resto do corpo.

A anemia pode ser considerada uma síndrome, visto que seus sintomas vão se agravando com o tempo, e existem inúmeras causas para ela.

A causa mais comum para a anemia é a falta de ferro na dieta, substância que é usada para a produção da hemoglobina.

Existem outros tipos de anemia, porém esta é a mais comum em todo o mundo.

A classificação da anemia será dada de acordo com a maneira que ela se apresenta.

O grupo mais afetado pela doença é composto por crianças, mulheres grávidas, mulheres que estão amamentando, meninas adolescentes e mulheres adultas em fase de reprodução, mas homens adolescentes, adultos e idosos também podem ser afetados por esse distúrbio.

Como dito acima, a anemia é caracterizada pela deficiência na produção de hemoglobina, que tem como papel transportar oxigênio para as células de todo o corpo.

Com a diminuição dessas hemoglobinas, menos oxigênio chegará, e as consequências disso irão se refletir na forma de cansaço, queda da pressão, tonteira, desmaios contínuos, ataque cardíaco, suor excessivo, ansiedade, falta de apetite e fraqueza.

Além desses sintomas, nos casos mais graves também pode ser notado uma dificuldade para respirar durante a prática de esforços físicos ou até mesmo problemas no coração.

Se não for tratada, a anemia pode levar sua vítima à morte.

A anemia pode ser aguda ou crônica.

Na anemia aguda ocorre uma perda de sangue do sistema circulatório. Ocorre perda de até 10% do volume de sangue. Perdas entre 10 e 20% causam tonturas e desmaios. Nas perdas acima de 20% há riscos taquicardia, extremidades frias, palidez, e hipotensão, depois choque; se a perda ultrapassar 30%, sem ocorrer reposição de sangue, o choque torna-se rapidamente irreversível e mortal.

Nas anemias crônicas não há baixa do volume sanguíneo, mas sim aumento da quantidade de plasma (outro componente do sangue). A falta de hemoglobina causa a perda da cor vermelha do sangue, fazendo com que o paciente fique pálido, e ocorre também falta de oxigênio em todos os órgãos já que não haverão mais hemoglobinas para trazer oxigênio, com os sinais clínicos que daí decorrem.

A anemia pode ser detectada através de um hemograma, exame que medirá a quantidade de hemoglobinas em seu corpo, podendo assim detectar uma diminuição da quantidade de equilíbrio, caracterizando anemia.

As formas de se prevenir anemia é ter uma dieta balanceada em ferro, folato e vitamina B12, basicamente. A ingestão de vitamina C também é importante, visto que ela ajuda a absorção do folato (ácido fólico) pelo corpo.

Leia também esse DDS sobre intoxicação alimentar.

Intoxicação Alimentar

26/01/2019 | Herbert Bento

A intoxicação alimentar é uma infecção que ocorre devido ao fato de alimentos venenosos ou contaminados com bactérias, toxinas ou vírus, terem sido ingeridos.

Essa contaminação pode ser causada pelo contato desse alimento com ratos, moscas, baratas, fungos ou até mesmo pelos pesticidas e agrotóxicos aplicados sobre o alimento.

Outra forma de contaminação é através da estocagem, preparação ou manuseamento errado do alimento.

Devido ao clima em nosso país ser muito úmido, o aparecimento dessas bactérias fica facilitado, principalmente no verão, quando aumentam os casos de intoxicações alimentares.

Os sintomas começam a surgir, normalmente, após algumas horas depois da ingestão do alimento contaminado.

Pode ocorrer também de demorar dias ou anos, depende da bactéria.

Esse tempo é o chamado de tempo de incubação da bactéria onde ela passa pelo estômago, vai até o intestino e começam a se multiplicar.

Algumas bactérias permanecem por lá, outras produzem toxinas que são absorvidas pela circulação sanguínea e umas podem invadir diretamente tecidos mais profundos do corpo.

Muitos alimentos possuem essas bactérias, principalmente os que são tratados com agrotóxicos, porém é necessária certa quantidade de bactérias para que elas possam causar alguma consequência negativa ao corpo humano.

Essa quantidade varia de pessoa para pessoa, dependendo também do peso e da idade.

Os sintomas da intoxicação são: náusea, dor abdominal, vômito, diarreia, febre, dor de cabeça e cansaço.

Às vezes, o corpo se recupera aparentemente das dores e desconfortos, porém podem persistir doenças que causarão futuros problemas de saúde ou até mesmo causar a morte, sendo assim é importante ir a um médico.

Cuidados com a higiene nunca são exagerados.

Há estimativas que a maioria dos casos de intoxicação seriam evitados se houvesse o cuidado necessário no preparo e no armazenamento dos alimentos.

Algumas dicas básicas que devermos respeitar:

• A higiene inicia com os utensílios que serão usados no preparo dos alimentos– devem estar devidamente limpos;

• Legumes e verduras sempre bem lavados;

• Para as verduras o ideal é usar produto próprio de esterilização para colocar na água e deixá-las por alguns minutos nesta mistura;

• As frutas devem ser bem lavadas antes do consumo;

• Caso faça refeições na rua, observe a higiene do ambiente;

• Lavar as mãos ao sair do banheiro;

• Lavá-las também antes do preparo de alimentos;

• Ferimentos nas mãos devem ser protegidos (com band-aid, esparadrapo ou luvas);

• Ver data de validade de alimentos embalados;

• Certifique-se do tempo adequado de cozimento dos alimentos.

Lembre-se que a cozinha ou local onde são preparados a alimentação, bem como o lugar de armazenamento de alimentos devem estar limpos e higienizados para que ali não se torne local de proliferação de bactérias.

Não esqueça de que a copa ou qualquer lugar onde fica o cafezinho para os funcionários, deve ter todo o mobiliário (mesas, cadeiras, máquinas de café ou garrafas térmicas com café) e o chão também, sempre limpos.

Com estes procedimentos você diminui ou quase anula a possibilidade de vir a contrair uma intoxicação alimentar.

5 dicas para se livrar da azia e do refluxo

13/02/2017 | Herbert Bento

Você já sentiu sensações desagradáveis no estômago e no esôfago após uma refeição? Pois saiba que essas sensações tem nome: azia e refluxo. Nesse artigo vamos explicar melhor o que é cada um e como você pode tomar cuidados para reduzir esses sintomas. Se você sente esses sintomas, saiba que cerca de 20% dos brasileiros também sofrem.

Sentir azia e queimação pode até diminuir o prazer de comer porque logo após a refeição a digestão não ocorre de forma correta e o suco gástrico do estômago sobe em direção do esôfago, gerando queimação.

Azia e refluxo são sintomas de diferentes problemas no aparelho digestivo associados ao excesso de acidez no estômago e ao retorno do suco gástrico pelo esôfago.

Alguns fatores contribuem para o aumento dos sintomas:

• Comer muito rápido;

• Comer grandes quantidades de comida de uma só vez;

• Consumir muita gordura, alimentos ácidos ou apimentados;

• Não mastigar direito;

• Deitar logo após comer;

• Ser obeso ou estressado.

É possível reduzir o transtorno com algumas medidas simples.

1. Evite carregar peso logo após as refeições. Hoje, com a correria do dia-a-dia, as pessoas nem param mais para comer calmamente. Antigamente, havia o hábito de se manter o corpo em repouso ou em baixa atividade logo após as refeições, para facilitar o processo digestivo. Procure, na medida do possível, manter um baixo estado de atividade após as refeições.

2. Quando dormir, deite com a cabeça mais alta que o corpo, para evitar que o suco gástrico retorne pelo esôfago.

3. Não faça exercícios físicos logo após as refeições.

4. Se possível, faça uma caminhada leve e lenta logo após as refeições.

5. Prefira aumentar o número de refeições ingerindo menos comida a cada vez que comer.

Conheça os sintomas das alergias alimentares

12/03/2012 | Herbert Bento
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A alergia alimentar é uma reação indesejável, uma hipersensibilidade ou uma resposta anormal do sistema imunológico após a ingestão de certos alimentos. Alguns alimentos tem em sua composição substâncias que desencadeiam alergias, sendo assim, quando ingerimos tais alimentos temos reações alérgicas, pois ingerimos quantidades maiores do que nosso corpo suporta da substância. Para você ter a reação alérgica é necessário que você já tenha tido contato anteriormente com o alérgeno (substância a que você tem alergia) para que o sistema imunológico possa desenvolver anticorpos contra ele. Então, na próxima vez que você entrar em contato com o alimento é que seu corpo irá reagir, desencadeando a alergia. Além da alergia alimentar existe outra forma de reação causada por alimentos: a intolerância alimentar. A mais comum das duas é a intolerância alimentar, apesar das alergias serem as mais graves. A intolerância alimentar não envolve o sistema imunológico. Normalmente, a intolerância alimentar ocorre quando há falta ou deficiência de alguma enzima o que dificulta a digestão de algum tipo de alimento. Dentre os principais exemplos de intolerância, estão intolerância à lactose, síndrome de intestino irritável e azia. Entre os sintomas da intolerância alimentar, destacam-se: gases, diarreia ou constipação, problemas no crescimento e irritabilidade. Os sintomas da alergia alimentar são: enxaqueca, cansaço, fadiga, pânico, irritabilidade, depressão, formigamento nos lábios, dificuldade de respirar, câimbras abdominais e vômitos.
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Pode ser difícil encontrar qual o alimento responsável pela alergia ou intolerância. Em um primeiro momento, parece ser fácil, mas nem sempre é. Em certas situações a alergia é com algum tempero. Existem algumas coisas que devem ser observadas para poder identificar mais facilmente a razão da alergia: • Quando ocorre a reação? • Os sintomas aparecerem depois de comer algum tipo específico de alimento? • O que mais foi ingerido além de tal alimento? • Alguém mais teve os sintomas? Não há tratamento “total” da alergia, mas o que se pode, e deve, fazer é evitar o alimento, ou encontrar substitutos. Certos alimentos podem ser difíceis de evitar, como leite e amendoim. Por isso é muito importante sempre procurar um médico, pois somente ele pode receitar uma saída para esta situação. Já existem medicamentos que podem diminuir alguns tipos de reações alérgicas. Entre os fatores de risco para o desenvolvimento da alergia alimentar estão a hereditariedade, sistema imune imaturo e flora intestinal não desenvolvida certamente. A herança genética é a principal causa do aparecimento das alergias alimentares: filhos de pais alérgicos tem muito mais chances de também desenvolverem a alergia. Sendo assim, tudo que se tem a fazer é ficar atento aos sintomas, e caso apareçam, tentar identificar qual o alimento ou tempero que desencadeou tal alergia.

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