Estrutura adequada para um ambiente favorável à segurança e saúde ocupacional

Na atualidade, ambientes eficientes sugerem que deva existir a criatividade. A filosofia da visão organizacional deve estar incorporada na vida dos indivíduos à devida e efetiva utilização de recursos, na obtenção de objetivos bem definidos, atingindo o coração e a mente de todos. Todavia, as condições estruturais devem existir, pois ninguém é eficiente e eficaz […]
Na atualidade, ambientes eficientes sugerem que deva existir a criatividade. A filosofia da visão organizacional deve estar incorporada na vida dos indivíduos à devida e efetiva utilização de recursos, na obtenção de objetivos bem definidos, atingindo o coração e a mente de todos. Todavia, as condições estruturais devem existir, pois ninguém é eficiente e eficaz sem uma mínima estrutura.
A criatividade é um estado de capacidade produtiva da razão ou da imaginação dos indivíduos que se realiza não exatamente dada à existência dos recursos, mas da utilização deles. Se os recursos são orientados para as metas e objetivos da organização, maiores serão as chances de acontecer a criatividade eficaz, tanto mais quanto a existência e a utilização deles ultrapassem o mínimo de eficiência. Sem dúvida, um dos maiores entraves da eficácia está relacionado aos aspectos da segurança e saúde ocupacional. Logo, ao pretender-se um ambiente criativo, práticas de saúde medicina e higiene do trabalho devem estar encravadas na filosofia organizacional e disseminadas em toda e qualquer parte da organização, evitando que as não conformidades desvirtuem para objetivos comuns. Assim, as condições estruturais mínimas devem ter práticas filosóficas e, em relação à SMHT, fazendo com que o nível técnico-operacional possa vivenciá-las, havendo como consequência possibilidades do efetivo fazer nesse sentido, em especial se a organização adotar um pensamento de que problemas são ótimas oportunidades à melhoria interna. Podemos considerar: • Estruturação organizacional No que se refere à SMHT, a simples quebra da rotina funcional possibilita a maior atenção operativa, que, disseminada com outras áreas, como por exemplo, produção, haverá também respostas congruentes aos objetivos e metas da organização. • Infraestrutura organizacional Consequência direta da mudança de foco é uma maior complexidade funcional, visto que agora muitas outras variáveis são inseridas no modelo organizacional. Os ganhos obtidos são também maiores, se houver uma regulação consciente dos processos organizacionais, já que uma premissa é integração e cooperação das áreas, em vez da dissociação e da disputa de espaço. • Controle de processos organizacionais Na área da SMHT é usual prender-se a análise de dados dos acidentes do trabalho e das ocorrências relativas à saúde ocupacional, mas negligencia-se o que ocorre em função de suas não conformidades em outras áreas, quanto aos incidentes críticos, os quais indicam, na maior parte das vezes, desvios dos processos organizacionais e, no âmbito da área, potenciais acidentes. • Sistema de valores sociais e culturais dos indivíduos e da organização As organizações, por meio das lideranças formais, modelam os valores e códigos de comportamento desejáveis e que as deveriam guiar na consecução de seus objetivos.
O treinamento é uma fonte de capacitação organizacional, mas de nada adianta treinar os trabalhadores se as condições estruturais constituem freio para a ação funcional. • Papel da equipe consultiva da SMHT Quem deve agir na SMHT? O SESMT e a CIPA. A proposta de transformar a SMHT em área consultiva tem intuito de mudar a situação atual, visto que haveria possibilidades de acabar com a falta de vínculo mais palpavelmente. Para tanto, a organização deve fazer com que a área consultiva seja uma realidade.


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